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	<title>Opinião &#8211; Rosana Cardoso Alves</title>
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		<title>Sono e Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 18:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ Sono]]></category>
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		<category><![CDATA[ritmo circadiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho ocupa boa parte da vida. Se pensarmos em uma jornada diária de 8 horas de trabalho, sobram somente 16 horas para o cuidado pessoal e familiar, a alimentação, o sono e o lazer.</p>
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				<h5 style="font-size: 115%; color: #284b63;"><em>Por Profa. Claudia Moreno*</em></h5>					</div>
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				<p>O trabalho ocupa boa parte da vida. Se pensarmos em uma jornada diária de 8 horas de trabalho, sobram somente 16 horas para o cuidado pessoal e familiar, a alimentação, o sono e o lazer. A sociedade contemporânea sabe que para promover sua saúde deve praticar atividade física e, por isso, a inclui nas 16 horas restantes do dia. Para a maioria das pessoas as 24 horas de um dia são insuficientes para tudo o que precisamos (e queremos) fazer. É por isso que muitos consideram o sono uma perda de tempo. Por que eu deveria dormir se me resta tão pouco tempo do dia para o lazer, por exemplo? A resposta está em milhares de estudos sobre os efeitos negativos da restrição do sono, entre os quais, o agravo ou o desenvolvimento de inúmeras doenças. Há ainda uma percepção equivocada de que se pode dormir em qualquer horário sem que isso traga nenhum malefício para a saúde. A espécie humana é diurna e, como tal, dorme à noite e está ativa durante o dia. A inversão dos horários de dormir e acordar leva à restrição do sono e como consequência ao desenvolvimento de doenças.</p>
<p>Trabalhadores noturnos dormem menos e apresentam um sono menos revigorante durante o dia porque o organismo está preparado para a vigília durante o dia. Além disso, o sono de trabalhadores noturnos também é muitas vezes reduzido devido a necessidades familiares e outros compromissos sociais. Não é nenhuma surpresa que a maioria dos trabalhadores noturnos relate redução da qualidade subjetiva do sono e duração total de sono. O trabalho no turno da manhã também pode levar a um sono de curta duração, pois é difícil ir para a cama cedo devido a requisitos sociais (por exemplo, cuidados com crianças) e a impulsos biológicos, uma vez que nosso sistema temporal interno promove ao máximo o despertar durante o início da noite. Esse sistema regula as funções do organismo de forma sequencial e temporal, isto é, o hormônio cortisol é liberado de manhã cedo, os hormônios do apetite são regulados para não sentirmos fome à noite, assim como o sono deve ser noturno e a vigília diurna. As funções do organismo seguem um ritmo periódico sendo chamadas de ritmos circadianos e são controladas por meio de osciladores do organismo, desde neurônios a outras células em órgãos periféricos.</p> 
<p>O denominado sistema temporal circadiano segue, portanto, uma ordem temporal interna, de modo a orquestrar todo o funcionamento do organismo de forma sincronizada com o meio externo. As informações temporais do meio externo chegam aos osciladores pela entrada de luz nas células da retina, as quais são periódicas e recorrentes com a alternância do dia e da noite, ou seja, do claro e do escuro. Ao longo da evolução, os organismos vivos se adaptaram à alternância da exposição a este ciclo de claro e escuro, de forma a desenvolverem um mecanismo temporal interno sincronizado. O aumento do tempo de exposição à luz durante a noite simula um dia mais longo ao organismo, atrasando o início do sono e o funcionamento adequado de seus sistemas. Na sociedade atual a luz artificial exerce esse efeito e quanto mais tempo ficarmos expostos à luz durante a noite, mais tarde vamos dormir. A exposição à luz artificial durante toda a noite atrasa o sono para o dia em uma tentativa de inversão entre o dia e a noite. A plasticidade do organismo permite que uma pessoa mude para um país em que há uma inversão de 12 horas, por exemplo, do Brasil para o Japão. Em cerca de 20 dias, a pessoa estará adaptada ao ciclo local de claro e escuro, porém, o trabalhador noturno tem que inverter seus ritmos toda a vez que trabalha à noite. Um esquema de trabalho de 12 horas com 36 horas de folga, como o observado em muitos profissionais de saúde, significa ir para o Japão em um dia e retornar no outro. Não há tempo suficiente para a inversão dos ritmos do organismo e a saudável sincronização com o meio externo. Assim, trabalhadores noturnos apresentam curta duração do sono, sono perturbado e sintomas de insônia, os quais são fatores associados a um maior risco de problemas de saúde e doenças em trabalhadores noturnos.</p>					</div>
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				<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>*Profa. Claudia Moreno é livre-docente em Saúde Pública
e Professora Associada do Departamento de Saúde, Ciclos de Vida e Sociedade da Faculdade de Saúde Pública &#8211; USP.</em></h5>
<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>Artigo enviado gentilmente pela especialista ao site Sono e Medicina.</em></h5>					</div>
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		<title>Sono e Obesidade: o que é importante saber</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/sono/sono-e-obesidade-o-que-e-importante-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 01:42:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[apneia obstrutiva do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas décadas foi observado mundialmente um aumento expressivo da obesidade. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 evidenciaram uma prevalência de obesidade em 26,8% da população adulta brasileira.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br/sono/sono-e-obesidade-o-que-e-importante-saber/">Sono e Obesidade: o que é importante saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br">Rosana Cardoso Alves</a>.</p>
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				<h5 style="font-size: 115%; color: #284b63;"><em>Por Dra. Erika Cristine Treptow *</em></h5>					</div>
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				<p>Nas últimas décadas foi observado mundialmente um aumento expressivo da obesidade. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 evidenciaram uma prevalência de obesidade em 26,8% da população adulta brasileira. Houve também um crescimento da doença nas crianças e adolescentes e as evidências apontam que 6,7% dos adolescentes do Brasil são obesos.</p><p>A obesidade representa um risco para a qualidade de vida, por estar associada com o desenvolvimento de doenças metabólicas e cardiovasculares como a diabetes tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, infarto agudo do miocárdio, entre outras. Além disso, menor produtividade e distúrbios do humor como ansiedade e depressão são observados em pessoas obesas. Estudos mostram que uma associação muito frequente é a presença de obesidade e distúrbios do sono.</p><p>Indivíduos com obesidade dormem pior. Um interessante estudo italiano mostrou que as queixas de roncos, engasgos durante o sono, sono não reparador e sonolência excessiva diurna eram mais frequentes em participantes obesos do que nos participantes com peso dentro da normalidade. É importante ressaltar que neste estudo foram excluídas pessoas com diagnóstico de distúrbios respiratórios do sono.</p><p>Uma das maiores associações entre obesidade e sono é a apneia obstrutiva do sono. Esta doença, caracterizada por recorrentes obstruções parciais e totais da passagem de ar pela via aérea superior durante o sono, tem a obesidade como um dos maiores fatores de risco para o seu desenvolvimento. O acúmulo de gordura ao redor da via aérea superior e na região abdominal, além de mudanças nos hormônios que causam fome e saciedade resultam num risco 10 vezes maior de desenvolver apneia obstrutiva do sono nos obesos em comparação com pessoas com peso normal.</p><p>Hábitos de vida pouco saudáveis reforçam a associação entre sono e obesidade. Quando dormimos menos do que seria esperado para a faixa etária ou quando o sono ocorre de maneira fragmentada e não restauradora, instala-se uma situação ideal para o ganho de peso. Dormir mal reduz nossa capacidade para realizar atividades físicas, provoca o aumento da grelina, a qual é um peptídeo promotor da fome. Não apenas sentimos mais fome como a necessidade maior é de ingerir alimentos ricos em gordura e doces. Já a leptina, hormônio relacionado com a saciedade encontra-se diminuída quando o sono é insuficiente. Outro fator importante é que quando permanecemos mais tempo acordados, aumenta nosso tempo com oportunidade para ingerir mais alimentos.</p><p>Desta maneira, é possível concluir que tanto a obesidade pode ocasionar maiores distúrbios do sono quanto os distúrbios do sono podem levar ao desenvolvimento da obesidade. A boa notícia é que a obesidade é um fator modificável. Uma dieta balanceada, a prática de exercícios físicos, medicações específicas e a cirurgia bariátrica fazem parte dos tratamentos disponíveis.</p><p>O tratamento da obesidade sempre deve fazer parte do plano terapêutico dos pacientes com distúrbios do sono. Particularmente, na apneia obstrutiva do sono, um estudo que acompanhou pacientes por quatro anos demonstrou que uma redução de 10% do peso corporal estava associada com uma redução de 26% do índice de apneia e hipopneia (IAH), medida utilizada para quantificarmos a gravidade da doença. Um estudo mais recente demonstrou que reduções de 2,5% do peso corporal já resultam em diminuições significativas do IAH.</p><p>Mudanças de hábito de vida são fundamentais para um bom equilíbrio entre sono e peso. O tipo de alimentação que ingerimos durante a noite e o horário das nossas refeições podem influenciar nosso padrão de sono. Recomenda-se ter uma alimentação mais leve no período noturno e cessar a alimentação algumas horas antes de dormir.</p><p>Se você se interessou por este assunto e gostaria de aprender mais, recomendo as seguintes <strong>referências</strong>:</p><p>1. <em>Low sleep quality and daytime sleepiness in obese patients without obstructive sleep apnoea syndrome.</em> J Intern Med. 2003 May;253(5):536-43.<br />2. <em>Obesity and sleep disturbance: the chicken or the egg?</em> Crit Rev Food Sci Nutr. 2019;59(13):2158-2165.<br />3. <em>Eating Late Negatively Affects Sleep Pattern and Apnea Severity in Individuals With Sleep Apnea.</em> J Clin Sleep Med. 2019 Mar 15;15(3):383-392.<br />4. <em>Obesity: global epidemiology and pathogenesis.</em> Nat Rev Endocrinol. 2019 May;15(5):288-298.<br />5. <em>The epidemiology of sleep and obesity.</em> Sleep Health. 2017 Oct;3(5):383-388.<br />6. <em>Impact of Weight Loss Management in OSA.</em> Chest. 2017 Jul;152(1):194-203.<br />7. <em>Meal timing influences daily caloric intake in healthy adults.</em> Nutr Res. 2014 Nov;34(11):930-5.<br />8. <em>A fatty meal aggravates apnea and increases sleep in patients with obstructive sleep apnea</em>. Sleep Breath. 2014 Mar;18(1):53-8.</p><p> </p>					</div>
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				<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>*Dra. Erika Cristine Treptow é pneumologista com área de atuação em Medicina do Sono, médica e pesquisadora do Instituto do Sono.</em></h5><h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>Artigo enviado gentilmente pela especialista ao site Sono e Medicina.</em></h5>					</div>
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		<title>Sono e Atividade Física: a importância dos exercícios na qualidade do sono</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/sono/sono-e-atividade-fisica-a-importancia-dos-exercicios-na-qualidade-do-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 21:55:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A combinação entre a prática de exercício físico e a qualidade do sono durante a noite podem refletir de forma positiva ou negativa nos diferentes aspectos da qualidade de vida.</p>
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				<h5 style="font-size: 115%; color: #284b63;"><em>Por Profa. Karina Zeferino*</em></h5>					</div>
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				<p>A combinação entre a prática de exercício físico e a qualidade do sono durante a noite podem refletir de forma positiva ou negativa nos diferentes aspectos da qualidade de vida, sendo que o exercício pode influenciar o sono e, por sua vez, o sono pode influenciar a capacidade das pessoas de fazer exercício, tanto fisiológica quanto psicológica.</p><p>Dentre os fatores associados aos distúrbios do sono, podemos citar três deles que são diretamente ligados à área da Educação Física e que contribuem para cada vez mais pessoas terem problemas ligados ao sono: a inatividade física, ou seja, pessoas que não praticam exercícios físicos regularmente; comportamentos sedentários, aquelas pessoas que passam a maior parte do dia sentados; e excesso de adiposidade, ou seja, pessoas que apresentam obesidade.</p><p>Pensando em tudo isso a pergunta é: o exercício pode ajudar a melhorar a qualidade do sono e o tempo do sono? A resposta é SIM! Justamente porque o exercício atua diretamente nas principais mudanças fisiológicas que um sono inadequado pode provocar.</p><p>O treino resistido (treino de força) permite criar adaptações fisiológicas que resultam, primeiramente, na melhora da qualidade do sono, tanto das fases do sono REM e não REM e, segundo, na quantidade de horas nos casos de pessoas que não conseguem dormir por muito tempo (Kovacevic, A. 2017).</p><p>Outros estudos apontam que treino resistido associado ao treino aeróbico podem apontar no pós-exercício a diminuição da resposta simpática no corpo, alteração no metabolismo (produção GH, insulina, testosterona e melatonina) e redução de respostas inflamatórias, inclusive muscular, fatores que permitem criar uma regulação melhor da quantidade e qualidade do sono.</p><p>Portanto, quando se estabelece uma rotina de exercícios físicos moderado regularmente, além de ter aumento da força, da potência, da endurance muscular (capacidade de manter a força ou contração muscular por longos períodos) e outras funções neuromusculares, obtém-se efeitos metabólicos que são importantes na regulação do sono. Assim, se fizer exercício habitualmente, o organismo cria o estado regulatório fisiológico para melhorar não só aspectos de qualidade do sono, mas também a quantidade, ou seja, o tempo total do sono.</p><p><i style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );"><strong><br />Referências:</strong></i></p><p>&#8211; <em>The effect of resistance exercise on sleep: A systematic review of randomized controlled trials.</em> Kovacevic, A. Sleep Medicine Reviews. Volume 39, June 2018, Pages 52-68. <a href="https://doi.org/10.1016/j.smrv.2017.07.002">https://doi.org/10.1016/j.smrv.2017.07.002</a></p>					</div>
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				<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>*Profa. Karina Zeferino é educadora física, pedagoga e instrutora de pilates.</em></h5><h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>Artigo enviado gentilmente pela especialista ao site Sono e Medicina.</em></h5>					</div>
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		<p>O post <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br/sono/sono-e-atividade-fisica-a-importancia-dos-exercicios-na-qualidade-do-sono/">Sono e Atividade Física: a importância dos exercícios na qualidade do sono</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br">Rosana Cardoso Alves</a>.</p>
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		<title>Sono e Aprendizado</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/sono/sono-e-aprendizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 21:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[medicina do sono]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprendizagem é uma atividade cognitiva que ocorre a partir da consolidação da memória, e o sono tem importância fundamental nesse processo.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br/sono/sono-e-aprendizado/">Sono e Aprendizado</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br">Rosana Cardoso Alves</a>.</p>
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				<h5 style="font-size: 115%; color: #284b63;"><em>Por Dra. Maria Cecilia Lopes*</em></h5>					</div>
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				<p>A aprendizagem é uma atividade cognitiva que ocorre a partir da consolidação da memória, e o sono tem importância fundamental nesse processo. Eventos cíclicos acontecem durante o sono, sendo observada expressão do sono NREM, ou seja, sono mais profundo e sono REM, com atividade parecida com a vigília, porém com presença de atonia muscular.</p>
<p>Existe associação do sono REM com sonhos que influenciam os processos de memória, porém são reconhecidos processos no sono NREM associados a neuroplasticidade sináptica. A presença de ativação sináptica pode ser responsável por processos a serem registrados que tornam a consolidação das memórias durante o sono viável. É reconhecida uma saturação das nossas sinapses durante a vigília por uso constante e, durante o sono, nossas sinapses são restabelecidas de acordo com Cirelli et al,2006.</p>
<p>Compreender o fenômeno do sono em seus diversos aspectos é um procedimento clínico e científico que envolve a buscar por soluções para seus transtornos. Podemos também buscar ativamente um empoderamento da função do ciclo sono e vigília,&nbsp;visando alcançar um rendimento satisfatório nas atividades diárias regulares.</p>
<p>Na vida cotidiana, o sono interfere no humor, na memória, na atenção, nos registros sensoriais, no raciocínio, enfim nos aspectos cognitivos que relacionam uma pessoa ao seu ambiente. Alterações no sono determinam má qualidade deste sono, levando ao desempenho na vigília por vezes insatisfatório e interferem na saúde de múltiplas formas, de forma leve até muito grave, levando aos acidentes de trânsito, até mesmo arritmias cardíacas e acidentes cerebrovasculares.</p>
<p>Enfim, são muito relevantes os estudos da biologia do sono, observando a interferência do sono no aprendizado, desempenho acadêmico-profissional e na satisfação pessoal. Os hábitos de dormir inadequados desde os períodos precoces na infância, com privação de sono associada a rotina intensa dos pais, com&nbsp;as influências culturais podem determinar as expectativas de sono de todos os familiares em relação ao horário das atividades diárias (Kohyama, 2014).</p>
<p>A ecologia do sono deve ser explorada e interações do sono em família devem ser estudadas. O cientista comportamental Floor Kroese e colaboradores (2016) da Universidade de Utrecht descreveram a procrastinação na hora de dormir, observando também uma ligação entre a procrastinação na vida diária e a procrastinação do sono. Há mitos entre estudantes da graduação em que estudar até horários mais tarde poderia afetar positivamente desempenho em provas. Já os chineses definiram o fenômeno &#8220;bàofùxìng áoyè&#8221;, que pode ser traduzido como &#8220;procrastinação de vingança da hora de dormir&#8221; em que as pessoas ficam acordadas até tarde como &#8220;forma de retaliação&#8221; para a rotina tão intensa de estudos e/ou trabalho cotidiano.</p>
<p>O fato é que a Medicina do Sono tem um grande papel na sociedade moderna. O bom sono como uma fórmula para vida saudável. Devemos observar o ato de dormir como uma oportunidade, buscando a melhor periodicidade e qualidade de sono individual. Ou seja, fazer as pazes com o próprio sono, entender que ele é um fenômeno cíclico e que dormir bem aumentará sua capacidade cognitiva para desempenho acadêmico e nas tarefas de aprendizagens diárias.</p>
<p><i style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );"><strong><br>Referências:</strong></i></p>
<p>1. <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/action/doSearch?ContribAuthorStored=Cirelli%2C+Chiara">Cirelli </a>C, Faraguna U, Tononi G. <em>Changes in brain gene expression after long‐term sleep deprivation.</em> J. Neurochem. 2006;98:1632–1645<br>2. Kohyama J. <em>The possible long-term effects of early-life circadian rhythm disturbance on social behavior. Expert Review of Neurotherapeutics</em> 2014;14:745–755.<br>3. Kroese FM, <a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1359105314540014">Evers</a> C,&nbsp;<a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1359105314540014">Adriaanse</a> MA, <a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1359105314540014">de Ridder</a> <em>Bedtime procrastination: A self-regulation perspective on sleep insufficiency in the general population.</em> <em>Journal of Health Psychology</em>. 2016;21(5):853-862.</p>					</div>
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				<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>*Dra. Maria Cecilia Lopes é MD, PhD, neuropediatra, especialista em Pediatria do Sono do Instituto da Criança (FMHCUSP), com Doutorado em Ciências pelo Departamento de Psicobiologia da UNIFESP e pesquisadora colaboradora do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas (FMUSP).</em></h5><h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>Artigo enviado gentilmente pela especialista ao site Sono e Medicina.</em></h5>					</div>
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		<title>Apneia obstrutiva do sono em pacientes com síndrome de Down</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/opiniao/apneia-obstrutiva-do-sono-em-pacientes-com-sindrome-de-down/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2021 22:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apneia do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[apneia do sono]]></category>
		<category><![CDATA[apneia obstrutiva do sono]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia do sono]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de down]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa faixa etária, adolescentes tornam-se mais vespertinos e pode ocorrer o atraso de fase de sono.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br/opiniao/apneia-obstrutiva-do-sono-em-pacientes-com-sindrome-de-down/">Apneia obstrutiva do sono em pacientes com síndrome de Down</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br">Rosana Cardoso Alves</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2165" class="elementor elementor-2165">
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				<h5 style="font-size: 115%; color: #284b63;"><em>Por Dra. Lilian Giannasi*</em></h5>					</div>
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				<p>Ah&#8230;Adoráveis seres humanos, fonte de amor e aprendizado infinitos! <span style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">Com certeza, muitos de nós temos alguém próximo (amigos, parentes, conhecidos) com síndrome de Down (SD).</span></p><p>É importante logo no início deste bate-papo enfatizar que síndrome de Down não é doença, mas uma variação da condição humana.</p><p>A síndrome de Down, também conhecida como Trissomia do 21(T21) é a alteração genética mais comum, caracterizada pela presença de um cromossomo 21 (HSA21) extra, que causa atraso e prejuízo no desenvolvimento mental e físico.</p><p>O risco para ter um bebê com síndrome de Down aumenta com a idade. Aos 25 anos, a chance de ter um bebê com SD é de 1:1200; aos 30 anos o risco aumenta para 1:350 e se torna 1:100 aos 40 anos. Contudo, em torno de 70% &#8211; 80% dessas crianças nascem de mães abaixo de 35 anos! Isso porque a porcentagem de gestação nas mulheres mais novas é maior do que em mulheres acima de 35 anos. Vale alertar que pais que tiveram um bebê com SD têm maior risco de ter outro com as mesmas condições. Por isso é importante serem acompanhados por um geneticista nesses casos.</p><p>A síndrome de Down apresenta um conjunto complexo de fenótipos clínicos e diversas patologias, incluindo comprometimento do desenvolvimento do Sistema Nervoso Central (SNC), deficiência cognitiva, doenças sistêmicas (ex: cardiopatias, hipotireoidismo) e degenerativas (ex: doença de Alzheimer).</p><p>Atualmente, a prevalência da SD está em torno de 1:800, estimando-se que haja 6 milhões de pessoas com SD no mundo. No Brasil, foram identificados 300.000 indivíduos com SD, de acordo com dados do censo do IBGE, 2010.</p><p>Dentre os inúmeros fenótipos clínicos presentes na síndrome de Down, vamos destacar aqui a hipoplasia mandibular e do terço médio da face, palato estreito e profundo, macroglossia relativa, língua protruída, que associados a uma acentuada hipotonia generalizada constituem um risco aumentado para a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://sonoemedicina.com.br/apneia-do-sono/apneia-obstrutiva-do-sono-esta-associada-a-problemas-cardiovasculares/">Apneia Obstrutiva do Sono (AOS)</a></span> em indivíduos com SD.</p><p>Importante alertar para que o termo macroglossia não seja utilizado para esses indivíduos. O que ocorre é que existe uma redução do volume do arcabouço ósseo facial e esquelético, dando a impressão de que a língua é grande, quando na verdade o volume da língua em indivíduos com SD é menor quando comparado a crianças típicas.</p><p>Recentemente, uma meta-análise mostrou que a prevalência da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://sonoemedicina.com.br/infancia/apneia-do-sono-prejudica-qualidade-do-sono-infantil/">AOS em crianças</a></span> com SD é em torno 69%, e quase 50% apresentavam AOS moderada a grave. Já para adultos com SD, entre os poucos trabalhos existentes, a prevalência pode chegar a 95.8%, como mostraram os autores Gomes, Giannasi et al, 2020.</p><p>Os métodos diagnósticos disponíveis para AOS incluem questionários, oximetria, actigrafia e polissonografia (PSG), sendo este último o exame de referência para AOS.</p><p>O <em>screening </em>através de questionários deve ser utilizado com cautela, pois pode fornecer resultados falso-negativos em mais de 50% dos casos, uma vez que muitos pais não relatam a existência do ronco e, por vezes, não têm conhecimento da doença apneia do sono.</p><p>Isso pode levar a não realização da polissonografia (PSG) nesses indivíduos, impedindo o diagnóstico da doença e, consequentemente, o acesso ao tratamento da AOS, o que certamente irá contribuir com um declínio da saúde e da qualidade de vida nessa população.</p><p>É recomendado que a PSG seja realizada em crianças com síndrome de Down. Contudo, ainda não há nenhuma recomendação sistemática para que a polissonografia seja incluída nos exames de rotina para adultos com SD.</p><p>Considerando que indivíduos com SD apresentam alta prevalência de doenças cardiometabólicas, entre outras comorbidades as quais podem ser agravadas na presença da AOS, é mandatório que o tratamento desta patologia seja prontamente acessível para essa população.</p><p>As principais opções terapêuticas em crianças com SD são a Adenotonsilectomia (ADT), Expansão Rápida da Maxila (ERM) e o CPAP.</p><p>A ERM é realizada pelo dentista com expertise nessa técnica e pode ser empregada durante a infância, a partir dos quatro anos de idade. Essa terapia expande transversalmente o palato e o assoalho da cavidade nasal, promovendo melhoria na deficiência transversal da face, reduzindo ocorrência de otites, promovendo uma melhor acomodação da língua, além de estabelecer um melhor padrão respiratório, com bons resultados, principalmente na AOS leve a moderada. Assim como em crianças típicas, em crianças com SD, a associação da ERM e ADT pode apresentar resultados melhores, mesmo a longo prazo.</p><p>O uso do CPAP em crianças com SD deve ser considerado caso a caso, avaliando-se o custo-benefício.  Considerando que as crianças estão em fase de crescimento e desenvolvimento, e já apresentam uma marcada hipoplasia do terço médio da face, o uso do CPAP certamente irá causar um agravamento da deformidade craniofacial pré-existente.</p><p>Já em adultos com síndrome de Down, além das opções cirúrgicas e do CPAP, é possível realizar o tratamento da AOS com o aparelho intraoral de avanço mandibular (AIO<sub>AM</sub>). Essa terapia é realizada pelo dentista do sono com um conhecimento específico no tratamento de indivíduos com SD, pois o planejamento do dispositivo é desafiador devido à características dento-esqueléticas neste caso. Recentemente, um estudo piloto em adultos com SD e AOS mostrou a eficácia do AIO<sub>AM  </sub>como 2ª opção a não adesão ao CPAP.</p><p>Dentro de uma equipe multiprofissional, o dentista do sono tem um papel fundamental no tratamento da AOS nessa população. Seja na infância, por ter um olhar acurado na identificação de alterações dento-crânio-faciais já nos primeiros anos da criança, seja na fase adulta implementando o uso de dispositivos intraorais como segunda opção de tratamento ao uso do CPAP, em casos bem indicados.</p><p>Considerando que a AOS é uma patologia de caráter progressivo e associada a um alto risco de morbidade e mortalidade, em indivíduos com SD ela pode ser mais letal, e deve ser diagnosticada e tratada o mais precocemente possível.</p><p>Em tempos de Pandemia, os cuidados devem ser redobrados! Um estudo Cohort demonstrou que indivíduos com SD têm quatro vezes mais risco de hospitalização e 10 vezes mais risco de óbito quando infectados por COVID-19. Considerando que indivíduos com SD têm alta susceptibilidade para desenvolver doenças respiratórias e complicações, e que a presença da AOS aumenta o déficit do sistema imunológico, já deficiente pela própria síndrome, é preciso uma atenção redobrada para o seu pronto diagnóstico e tratamento neste tempo de pandemia.</p><p>Portanto, é fundamental que a polissonografia seja realizada sistematicamente como rotina no diagnóstico da AOS em adultos e crianças com SD. Em adição, a comunicação e a colaboração entre profissionais da saúde que atuam no sono (médico, dentista, fonoaudiólogo, entre outros) são necessárias para implementar tratamentos individualizados e com boa adesão, permitindo alcançar resultados de excelência no tratamento da AOS em indivíduos com SD.</p><p>A atuação multiprofissional no tratamento da apneia obstrutiva do sono, unindo expertises em domínios distintos, certamente resulta em uma abordagem com maior chance de sucesso, tanto em indivíduos com síndrome de Down, como em indivíduos típicos.</p><p><strong>Referências:<br /></strong></p><p><em>&#8211; Lee CF, Lee CH, Hsueh WY, Lin MT, Kung KT. Prevalence of Obstructive Sleep Apnea in Children With Down Syndrome: A Meta-Analysis. J Clin Sleep Med. 2018; 14(5):867-875.</em></p><p><em>&#8211; </em><em>Giannasi LC et al. </em><em>Polysomnografic features and OSA prevalence in adult with Down syndrome. JDSM. 2020; 7(2).</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Giannasi LC et al. Mandibular advancement oral appliance to treat OSA in adult with Down syndrome: a possible option when CPAP is not accepted. </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">JDSM. 2020; 7(2).</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Gomes MF, Giannasi LC, Filietaz-Bacigalupo E, et al. </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">Evaluation of the masticatory biomechanical function in Down syndrome and its Influence on sleep disorders, body adiposity and salivary parameters. </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">J Oral Rehabil. 2020;1–16.</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Gail Demko. Oral Appliance Treatment in a Patient with Down Syndrome B. Journal of Dental Sleep Medicine. 2014;1(1):25–26.</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Guimarães CVA et al. Relative rather than absolute macroglossia in patients with Down syndrome: implications for the treatmenet of OSA. Pediatr Radiol. 2008;38:1062-67.</em></p><p><em>&#8211; Elastic retracted oral appliance to treat sleep apnea in mentally impaired patients and patients with neuromuscular disabilities. J Prosthet Dent. 1999;81:196-201.</em></p><p><em>&#8211; Sabino TB et al. Effects of rapid maxillary expansion on Down syndrome individuals: a systematic review. </em><em>Arq Odontol. 2019; DOI:</em><em>10.7308/aodontol/2019.55.e10.</em></p><p><em>&#8211; De Moura CP et al. </em><em>Down syndrome- otolaryngological effects of rapid maxillary expansion. </em><em>The Journal of Laryngology &amp; Otology. 2008; 122:1318–1324. </em></p><p><em>&#8211; De Moura CP et al. Rapid maxillary expansion and nasal patency in children with Down syndrome. Rhinology. 2005; 43(2):138-42.</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Clift AK et al. COVID-19 mortality risk in Down syndrome: results from cohort study of 8 million adults. Ann Intern Med. 2019; DOI:10.7326/M20-4986. Epub ahead of print.</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Marcus CL et al. Diagnosis and management of childhood obstructive sleep apnea syndrome. </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">Pediatrics. 2012;130(3):576-84.</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Censo IBGE. 2010. https://censo2010.ibge.gov.br/</em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.stanfordchildrens.org/" target="_blank" rel="noopener">www.stanfordchildrens.org</a></span></em></p><p><em>&#8211; <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.parents.com/health/down-syndrome/are-you-at-risk-of-having-a-baby-with-down-syndrome/" target="_blank" rel="noopener">www.parents.com/health/down-syndrome/are-you-at-risk-of-having-a-baby-with-down-syndrome/</a></span></em></p><p><em> </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">&#8211; Wang YF, Lin L, Chen ZY . Cytogenetic study of Down syndrome cases in southern Hainan Province and report of a rare case of abnormal karyotype. </em><em style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing );">Nan Fang Yi Ke Da Xue Xue Bao.2010 Nov;30(11):2592-3, 2595</em></p>					</div>
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												<img src="https://sonoemedicina.com.br/novosite/wp-content/uploads/elementor/thumbs/lilian_giannasi-p30luv4hifnyzcuuge1qbeu68ph1xopsh8ti4vroqo.png" title="lilian_giannasi" alt="lilian_giannasi" />														</div>
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				<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>*Dra Lilian Giannasi, DDS,PhD, é ortodontista, certificada em Odontologia do Sono pela ABS/ABROS; vice-presidente da ABROS; coordenadora do curso de capacitação avançada em Odontologia do Sono – Instituto Vellini; possui pós-Doutorado em Biociências aplicada ao Sono-UNESP/SJC.</em></h5>
<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>Artigo enviado gentilmente pela especialista ao site Sono e Medicina.</em></h5>					</div>
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		<title>Melatonina e COVID-19</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/sono/melatonina-e-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 17:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa faixa etária, adolescentes tornam-se mais vespertinos e pode ocorrer o atraso de fase de sono.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2039" class="elementor elementor-2039">
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				<h5 style="font-size: 115%; color: #284b63;"><em>Por Prof. Dr. José Cipolla Neto*</em></h5>					</div>
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				<p>Como se sabe, <a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/a-importancia-da-pesquisa-sobre-o-sono/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">melatonina</span></a> é um hormônio produzido pela glândula pineal, seguindo característica rítmicas circadianas específicas e próprias, agindo através de mecanismos mediados ou não por receptores celulares, expressando efeitos extremamente importantes na fisiologia do organismo, como a regulação da ritmicidade circadiana e, mais que isso, tendo uma influência importante na distribuição temporal de todas as funções ao longo do dia e da noite (sono e vigília, metabolismo associado à aquisição, armazenamento e gasto energético, regulação imunológica etc).</p><p>Além dessas características sistêmicas de regulação fisiológica, a melatonina apresenta efeitos mais específicos, como defesa antioxidante e ação anti-inflamatória. Em especial, por todas essas características, a melatonina é vista como um poderoso agente neuroprotetor e cardioprotetor.</p><p>Em relação ao tema em questão, há, ainda, evidências indiretas apontando para uma possível ação antiviral da melatonina intervindo na associação SARS-CoV-2/ACE2.</p><p>Por tudo isso, tem se sugerido que a melatonina poderia ser um agente terapêutico tanto na prevenção quanto no tratamento da COVID-19.</p><p>Há, na literatura muitas propostas de estudos clínicos, adequadamente desenhados, para estudar os efeitos da melatonina em pacientes com COVID-19. No entanto, até o momento, na literatura, temos somente um artigo em fase de <em>preprint</em> (isto é, não sujeito, ainda a revisão por pares), publicado na medRxiv (doi: <a href="https://doi.org/10.1101/2020.10.15.20213546" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">https://doi.org/10.1101/2020.10.15.20213546</span></a>).</p><p>Esse é um estudo retrospectivo, de análise de sobrevivência, que tenta determinar se a taxa de mortalidade pós-intubação estaria ou não associada ao tratamento com melatonina (iniciado pós-intubação).</p><p>Esse estudo foi feito no New York Presbyterian / Columbia University Irving Medical Center. Reproduzo, abaixo, o resumo dos resultados:</p><p><em>“Among the 189,987 patients, we identified 948 intubation periods across 791 patients who were diagnosed with COVID-19 or infected with SARS-CoV2 and 3,497 intubation periods across 2,981 patients who were not. Melatonin exposure after intubation was statistically associated with a positive outcome in COVID-19 (demographics and comorbidities adjusted HR: 0.131, 95% CI: 7.76E-02 &#8211; 0.223, p-value = 8.19E-14) and non-COVID-19 (demographics and comorbidities adjusted HR: 0.278, 95% CI: 0.142 &#8211; 0.542, p-value = 1.72E-04) intubated patients. Additionally, melatonin exposure after intubation was statically associated with a positive outcome in COVID-19 patients (demographics and comorbidities adjusted HR: 0.127, 95% CI: 6.01E-02 &#8211; 0.269, p-value = 7.15E-08)”</em>.</p><p>Ou seja, parece que o tratamento com melatonina está associado a um desfecho positivo em qualquer paciente que necessite intubação, em particular, os pacientes de COVID-19. Além disso, são descritos no trabalho desfechos positivos associados a outros tratamentos, em especial os glicocorticóides. Deve ser assinalado, ainda, que <strong><em>não estão descritas no trabalho</em></strong> dose, formulação, via de administração e distribuição ao longo das 24 horas da melatonina.</p><p>No entanto, antes de conclusões eventualmente precipitadas quanto ao uso da melatonina, vale atentar para a observação feita pelos autores, reproduzida a seguir:</p><p><em>“While our analysis identified significant associations between melatonin exposure after intubation and survival, we have not identified the directionality nor the underlying mechanism nor can we rule out collider bias from our analysis”</em>.</p><p>A questão que permanece, portanto, é se devemos ou não usar melatonina em pacientes com COVID-19 e, de antemão, essa resposta não é simples.</p><p>Em primeiro lugar, considerando que os pacientes de COVID-19 são, em geral, idosos que apresentam, naturalmente, uma queda na produção de melatonina, agravada pelo estado associado à doença, uma reposição terapêutica de melatonina, em pacientes com quadro leve ou moderado, cuidadosamente programada quanto a dose e horário (noturno) de administração, certamente ajudaria no restabelecimento do estado geral do paciente, principalmente pela reestruturação da ritmicidade circadiana e o reestabelecimento de um <a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/conheca-as-fases-de-um-sono-normal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">sono mais saudável</span></a> (<em>Endocrine Reviews, 39, 990–1028, 2018, <a href="https://academic.oup.com/edrv/article/39/6/990/5094958" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">https://academic.oup.com/edrv/article/39/6/990/5094958</span></a></em>).</p><p>Quanto à possibilidade de seu uso <strong><em>indiscriminado</em></strong> intervencional em estados mais graves de pacientes com COVID-19 intubados, tendo em vista os dados científicos existentes na literatura médica e como discutido acima, NÃO deve ser proposto, neste momento.</p><p>A meu ver, esse uso da melatonina em pacientes com COVID-19, em estado grave, só seria aceitável em casos em que os protocolos existentes não se mostrarem eficazes a ponto de os pacientes apresentarem melhora substancial e, em consequência, apresentarem risco de vida.</p><p>Fora isso, seu uso só seria aceitável dentro de um estudo adequadamente desenhado e aprovado previamente pelos órgãos de ética médica. Em qualquer desses dois últimos casos, há na literatura propostas de procedimentos possíveis:</p><p><em>1 &#8211; Current Topics in Medicinal Chemistry, 2017, 17, 467-488<br /></em><em>2 &#8211; J Pineal Res. 2020;69:e12683; https://lnkd.in/etsDTef<br /></em><em>3 &#8211; Cellular and Molecular Neurobiology https://lnkd.in/eeiUCsD<br /></em><em>4 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (3)276-296; doi: 10.32794/mr11250062<br /></em><em>5 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (3) 311-317; doi: 10.32794/11250064<br /></em><em>6 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (3) 297-310; doi: 10.32794/mr11250063<br /></em><em>7 &#8211; Front. Med. 7:226. doi: 10.3389/fmed.2020.00226<br /></em><em>8 &#8211; Respiratory Research (2020) 21:65 https://lnkd.in/endqaxf<br /></em><em>9 &#8211; INTERNATIONAL REVIEWS OF IMMUNOLOGY; https://lnkd.in/epXwzGS<br /></em><em>10 &#8211; Rev Med Virol. 2020;e2109; https://lnkd.in/e4U964M<br /></em><em>11 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (1) 120-143; doi: 10.32794/mr11250052</em></p>					</div>
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				<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>*Prof. Dr. José Cipolla Neto é médico, professor titular de Fisiologia, ICB, USP.</em></h5>
<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>Artigo enviado gentilmente pelo especialista ao site Sono e Medicina.</em></h5>					</div>
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