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	<title>covid-19 &#8211; Rosana Cardoso Alves</title>
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		<title>Sono e Imunidade: dormir bem fortalece o sistema imune</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/sono/sono-e-imunidade-dormir-bem-fortalece-o-sistema-imune/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 19:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ Sono]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[melatonina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sono exerce influência direta na manutenção da imunidade e da resposta imunológica.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Sono exerce influência direta na manutenção da imunidade e da resposta imunológica.</span></em></h5>					</div>
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				<p>“Dorme que passa!”. Quem nunca ouviu essa frase? Muitos de nossos avós recomendavam dormir para que a pessoa melhorasse de uma gripe, mal-estar ou até sentimento ruim. Dormir sempre foi indicado como um “remédio” para a pessoa se recompor, se recuperar de algo que não vai bem e, nesse caso, a sabedoria popular está certa.</p><p>Há muito tempo pesquisas na área da Medicina do Sono demonstram os benefícios de um <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/conheca-as-fases-de-um-sono-normal/">sono regular</a></span> de qualidade para o nosso sistema imunológico. Sabemos que o sono é importante para a restauração do sistema imune, pois favorece a produção das células de defesa do nosso organismo, como leucócitos e subtipos (linfócitos CD4 e CD8), níveis de citocinas e concentração de anticorpos.</p><p>As citocinas, por exemplo, são ativadas imediatamente toda vez que temos contato com um agressor, como vírus ou bactérias. É como se o sistema imunológico declarasse guerra a esses invasores e essas proteínas são parte importante do sistema de defesa.</p><p>Estudos com trabalhadores em plantões noturnos mostram que as pessoas com sono insuficiente e privação de sono possuem uma resposta imunológica prejudicada e estão mais propensas a doenças infecciosas.</p><p>Para exemplificar, supondo que duas pessoas tiveram contato com o mesmo vírus. Elas estão expostas ao mesmo risco, mas uma dormiu bem à noite e a outra dormiu muito pouco. Aquela que dormiu pouco está mais propensa a contrair a infecção.</p><p>Outro fator de proteção ligado ao sono parece ser a <a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/melatonina-e-covid-19/"><span style="text-decoration: underline;">melatonina</span></a>, hormônio regulador do sono que é secretado pelo nosso organismo, principalmente enquanto dormimos. Diversos trabalhos sugerem que a melatonina possui uma atividade anti-inflamatória e antioxidante, servindo como um modulador de defesa imunológica contra infecções virais.</p><p><strong>Em tempos de pandemia</strong></p><p>Denominado “Sono e imunidade em tempos de COVID-19”, o artigo contemplou a revisão bibliográfica de publicações científicas dos últimos cinco anos, a partir de palavras-chave como sono, quarentena, COVID-19, imunidade e saúde mental, além de livros específicos.</p><p>Os colegas pesquisadores concluíram que o sono exerce influência direta na manutenção da imunidade e da resposta imunológica. Além disso, a alteração do ritmo circadiano, atrelada aos problemas psicológicos impostos pela pandemia, podem comprometer não apenas a qualidade do sono, mas também o sistema imune. E isso acontece por meio da regulação de marcadores imunológicos.</p><p><strong>Sono x vacina</strong></p><p>A literatura científica também mostra que dormir bem favorece a eficácia das vacinas que recebemos. Segundo publicação na <em>National Sleep Foundation</em>, o sono não apenas aumenta a função do sistema imunológico, mas também desempenha um papel na melhoria das respostas dos anticorpos às vacinas. Isso significa que dormir o suficiente antes e depois de ser vacinado pode ajudar na maneira como as vacinas irão agir no nosso organismo.</p><p>Para exemplificar, estudos com a vacina H1N1 mostram que a produção de anticorpos medida após 10 dias em pacientes que dormiram entre 7 e 8 horas por noite foi o dobro quando comparada com aqueles que dormiram apenas 4 horas por noite.</p><p>Muitas vezes as vacinas são compostas por vírus inativos e quando dormimos bem temos um sistema imune melhor, o que significa que a vacina terá um resultado melhor no nosso organismo com a produção de mais anticorpos.</p><p>Podemos concluir que o sono ruim prejudica a resposta imunológica do nosso organismo, enquanto um sono de qualidade ajuda a proteger e fortalecer o sistema imunológico, evitando que fiquemos mais expostos a quadros infecciosos, inclusive a COVID-19.</p><p><em>*Saiba mais sobre melatonina e COVID-19, </em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/melatonina-e-covid-19/"><em>acesse aqui</em></a></span><em>.</em></p>					</div>
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				<p><strong style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );">Referência:<br /></strong><em>&#8211; <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.thensf.org/immune-health-sleep-and-vaccination/">Sleep, Immune Health, and Vaccination</a>.</span> National Sleep Foundation. December 28, 2020.<br /></em><em>&#8211; Martins e Silva ES; Silva Ono BHV; Souza JC. Sleep and immunity in times of COVID-19. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.66  supl.2 São Paulo  2020  Epub Sep 21, 2020. <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://doi.org/10.1590/1806-9282.66.s2.143">https://doi.org/10.1590/1806-9282.66.s2.143</a> </span></em></p>					</div>
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		<title>Melatonina e COVID-19</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/sono/melatonina-e-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 17:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[melatonina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa faixa etária, adolescentes tornam-se mais vespertinos e pode ocorrer o atraso de fase de sono.</p>
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				<h5 style="font-size: 115%; color: #284b63;"><em>Por Prof. Dr. José Cipolla Neto*</em></h5>					</div>
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				<p>Como se sabe, <a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/a-importancia-da-pesquisa-sobre-o-sono/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">melatonina</span></a> é um hormônio produzido pela glândula pineal, seguindo característica rítmicas circadianas específicas e próprias, agindo através de mecanismos mediados ou não por receptores celulares, expressando efeitos extremamente importantes na fisiologia do organismo, como a regulação da ritmicidade circadiana e, mais que isso, tendo uma influência importante na distribuição temporal de todas as funções ao longo do dia e da noite (sono e vigília, metabolismo associado à aquisição, armazenamento e gasto energético, regulação imunológica etc).</p><p>Além dessas características sistêmicas de regulação fisiológica, a melatonina apresenta efeitos mais específicos, como defesa antioxidante e ação anti-inflamatória. Em especial, por todas essas características, a melatonina é vista como um poderoso agente neuroprotetor e cardioprotetor.</p><p>Em relação ao tema em questão, há, ainda, evidências indiretas apontando para uma possível ação antiviral da melatonina intervindo na associação SARS-CoV-2/ACE2.</p><p>Por tudo isso, tem se sugerido que a melatonina poderia ser um agente terapêutico tanto na prevenção quanto no tratamento da COVID-19.</p><p>Há, na literatura muitas propostas de estudos clínicos, adequadamente desenhados, para estudar os efeitos da melatonina em pacientes com COVID-19. No entanto, até o momento, na literatura, temos somente um artigo em fase de <em>preprint</em> (isto é, não sujeito, ainda a revisão por pares), publicado na medRxiv (doi: <a href="https://doi.org/10.1101/2020.10.15.20213546" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">https://doi.org/10.1101/2020.10.15.20213546</span></a>).</p><p>Esse é um estudo retrospectivo, de análise de sobrevivência, que tenta determinar se a taxa de mortalidade pós-intubação estaria ou não associada ao tratamento com melatonina (iniciado pós-intubação).</p><p>Esse estudo foi feito no New York Presbyterian / Columbia University Irving Medical Center. Reproduzo, abaixo, o resumo dos resultados:</p><p><em>“Among the 189,987 patients, we identified 948 intubation periods across 791 patients who were diagnosed with COVID-19 or infected with SARS-CoV2 and 3,497 intubation periods across 2,981 patients who were not. Melatonin exposure after intubation was statistically associated with a positive outcome in COVID-19 (demographics and comorbidities adjusted HR: 0.131, 95% CI: 7.76E-02 &#8211; 0.223, p-value = 8.19E-14) and non-COVID-19 (demographics and comorbidities adjusted HR: 0.278, 95% CI: 0.142 &#8211; 0.542, p-value = 1.72E-04) intubated patients. Additionally, melatonin exposure after intubation was statically associated with a positive outcome in COVID-19 patients (demographics and comorbidities adjusted HR: 0.127, 95% CI: 6.01E-02 &#8211; 0.269, p-value = 7.15E-08)”</em>.</p><p>Ou seja, parece que o tratamento com melatonina está associado a um desfecho positivo em qualquer paciente que necessite intubação, em particular, os pacientes de COVID-19. Além disso, são descritos no trabalho desfechos positivos associados a outros tratamentos, em especial os glicocorticóides. Deve ser assinalado, ainda, que <strong><em>não estão descritas no trabalho</em></strong> dose, formulação, via de administração e distribuição ao longo das 24 horas da melatonina.</p><p>No entanto, antes de conclusões eventualmente precipitadas quanto ao uso da melatonina, vale atentar para a observação feita pelos autores, reproduzida a seguir:</p><p><em>“While our analysis identified significant associations between melatonin exposure after intubation and survival, we have not identified the directionality nor the underlying mechanism nor can we rule out collider bias from our analysis”</em>.</p><p>A questão que permanece, portanto, é se devemos ou não usar melatonina em pacientes com COVID-19 e, de antemão, essa resposta não é simples.</p><p>Em primeiro lugar, considerando que os pacientes de COVID-19 são, em geral, idosos que apresentam, naturalmente, uma queda na produção de melatonina, agravada pelo estado associado à doença, uma reposição terapêutica de melatonina, em pacientes com quadro leve ou moderado, cuidadosamente programada quanto a dose e horário (noturno) de administração, certamente ajudaria no restabelecimento do estado geral do paciente, principalmente pela reestruturação da ritmicidade circadiana e o reestabelecimento de um <a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/conheca-as-fases-de-um-sono-normal/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">sono mais saudável</span></a> (<em>Endocrine Reviews, 39, 990–1028, 2018, <a href="https://academic.oup.com/edrv/article/39/6/990/5094958" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">https://academic.oup.com/edrv/article/39/6/990/5094958</span></a></em>).</p><p>Quanto à possibilidade de seu uso <strong><em>indiscriminado</em></strong> intervencional em estados mais graves de pacientes com COVID-19 intubados, tendo em vista os dados científicos existentes na literatura médica e como discutido acima, NÃO deve ser proposto, neste momento.</p><p>A meu ver, esse uso da melatonina em pacientes com COVID-19, em estado grave, só seria aceitável em casos em que os protocolos existentes não se mostrarem eficazes a ponto de os pacientes apresentarem melhora substancial e, em consequência, apresentarem risco de vida.</p><p>Fora isso, seu uso só seria aceitável dentro de um estudo adequadamente desenhado e aprovado previamente pelos órgãos de ética médica. Em qualquer desses dois últimos casos, há na literatura propostas de procedimentos possíveis:</p><p><em>1 &#8211; Current Topics in Medicinal Chemistry, 2017, 17, 467-488<br /></em><em>2 &#8211; J Pineal Res. 2020;69:e12683; https://lnkd.in/etsDTef<br /></em><em>3 &#8211; Cellular and Molecular Neurobiology https://lnkd.in/eeiUCsD<br /></em><em>4 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (3)276-296; doi: 10.32794/mr11250062<br /></em><em>5 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (3) 311-317; doi: 10.32794/11250064<br /></em><em>6 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (3) 297-310; doi: 10.32794/mr11250063<br /></em><em>7 &#8211; Front. Med. 7:226. doi: 10.3389/fmed.2020.00226<br /></em><em>8 &#8211; Respiratory Research (2020) 21:65 https://lnkd.in/endqaxf<br /></em><em>9 &#8211; INTERNATIONAL REVIEWS OF IMMUNOLOGY; https://lnkd.in/epXwzGS<br /></em><em>10 &#8211; Rev Med Virol. 2020;e2109; https://lnkd.in/e4U964M<br /></em><em>11 &#8211; Melatonin Res. 2020, Vol 3 (1) 120-143; doi: 10.32794/mr11250052</em></p>					</div>
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				<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>*Prof. Dr. José Cipolla Neto é médico, professor titular de Fisiologia, ICB, USP.</em></h5>
<h5 style="font-size: 115%; line-height: 130%; color: #284b63;"><em>Artigo enviado gentilmente pelo especialista ao site Sono e Medicina.</em></h5>					</div>
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