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	<title>polissonografia &#8211; Rosana Cardoso Alves</title>
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		<title>Queixas de insônia são comuns na adolescência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 09:37:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa faixa etária, adolescentes tornam-se mais vespertinos e pode ocorrer o atraso de fase de sono.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Nessa faixa etária, adolescentes tornam-se mais vespertinos e pode ocorrer o atraso de fase de sono.
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				<p>A insônia na adolescência, assim como em outros períodos da vida, é caracterizada pela dificuldade de iniciar e/ ou manter o sono. Em até 50% dos casos, a insônia pode coexistir com o atraso de fase do sono, uma vez que é comum o adolescente se tornar mais vespertino, tendo preferência por atividades no período noturno.</p><p>A prevalência da insônia é estimada em aproximadamente 10 a 30% das crianças e adolescentes e o aumento dessa incidência nos últimos anos está intimamente relacionado aos hábitos sociais da família, incluindo maior utilização de dispositivos eletrônicos e redes sociais.</p><p>Em estudos mais recentes, tal prevalência foi calculada em aproximadamente 18,5% entre adolescentes na Noruega, 20% entre crianças e adolescentes na Pensilvânia, e 21,4% em Portugal, com maior prevalência de insônia no sexo feminino nos últimos estudos.</p><p><strong>Aspectos associados</strong></p><p>Na adolescência, destacam-se alguns aspectos importantes. A insônia psicofisiológica pode ser também um dos fatores quando ocorre uma preocupação excessiva com o sono, com o dormir ou com o dia seguinte. Além disso, experiências negativas associadas ao dormir podem levar à insônia.</p><p>Outro aspecto são as modificações dos processos regulatórios circadianos e homeostáticos (aumento da propensão de sono durante o dia) e dos reguladores externos do sono que tendem a reduzir o tempo de sono e a causar um atraso no horário de dormir. Essa maior variabilidade é mais acentuada nos finais de semana e no período de férias escolares.</p><p>O estresse relacionado à pressão escolar também resulta, nesta faixa etária, em redução do tempo e pior qualidade do sono. Dessa forma, durante a adolescência, ocorre um aumento dos casos de insônia associados a transtornos psiquiátricos, especialmente depressão, estresse e transtornos de humor.</p><p><strong>Impacto dos eletrônicos no sono</strong></p><p>Com o avanço da tecnologia, o uso de smartphones, computadores, tablets, jogos de consoles e televisão, tem levado, cada vez mais e mais precocemente, a uma redução do tempo e pior qualidade do sono. A luminosidade das telas e a consequente supressão da melatonina; a frequente troca de mensagens ou o uso de redes sociais; o conteúdo inadequado e estimulante de jogos e internet são causas frequentes de insônia.</p><p><strong>Fatores ambientais e comportamentais que afetam o sono:</strong></p><p>• Inconsistência de rotinas e hábitos de sono inadequados<br />• Sedentarismo<br />• Barulho, som alto<br />• Temperatura inadequada<br />• Má higiene do sono<br />• Luminosidade excessiva <br />• Uso de dispositivos eletrônicos (tempo de tela), principalmente à noite<br />• Abuso de cafeína, como refrigerantes, energéticos e chás.</p><p><strong>Insônia Crônica: sinais e sintomas</strong></p><p>• Dificuldade de iniciar o sono.<br />• Dificuldade de manter o sono.<br />• Despertar mais cedo que o desejado. <br />• Resistência em ir para a cama em horário apropriado. <br />• Cansaço/ fadiga e mal-estar. <br />• Déficit de atenção, concentração ou memória. <br />• Desempenho social, familiar, ocupacional ou acadêmico prejudicado. <br />• Perturbação do humor e irritabilidade. <br />• Sonolência excessiva diurna.<br />• Problemas comportamentais, como hiperatividade, impulsividade e agressividade.<br />• Motivação, energia e iniciativa reduzidas.<br />• Preocupações sobre ou insatisfação com o sono.</p><p>Quando os sintomas da insônia se tornam frequentes, com duração de pelo menos três meses, tendo impacto na qualidade de vida e no desempenho das atividades diurnas do adolescente, é importante procurar a ajuda de um médico especialista em Medicina do Sono para realizar o diagnóstico correto e a intervenção adequada.</p><p>O diagnóstico da insônia é realizado por meio de questionários e diário do sono para avaliar quantidade, qualidade e hábitos do sono, bem como a possível associação da insônia com outros transtornos do sono. A actigrafia e a polissonografia também podem ser solicitadas.</p><p>O tratamento envolve a terapia comportamental com a orientação sobre higiene do sono e condições ambientais para promover uma melhor qualidade do sono. Em alguns casos, pode ser necessário tratamento farmacológico, particularmente quando há comorbidades clínicas, psiquiátricas ou outros transtornos do sono associados.</p><p> </p><p><strong>Referência:</strong><strong><em><br /></em></strong><em>&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Insônia na Infância, ABN Neuro 2020.<br />&#8211; ALVES, RC, In: Distúrbios do sono na criança e no adolescente. 2 ed. São Paulo. Editora Atheneu, 2015.</em><em><br /></em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja também o vídeo sobre distúrbios do sono na infância:</h2>		</div>
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		<title>Como dormimos: conheça as fases de um sono normal</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/sono/conheca-as-fases-de-um-sono-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 16:23:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A polissonografia é um exame utilizado para avaliação e diagnóstico dos transtornos do sono.</p>
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				<p>Desde o momento em que se apagam as luzes e adormecemos, até o despertar pela manhã, o sono passa por quatro a seis ciclos sucessivos, cada qual com duração em torno de 90 minutos, ou seja, os estágios de sono ocorrem de uma maneira cíclica durante a noite.</p><p>Existem dois tipos principais de sono, o sono lento, denominado NREM (não-REM), e o sono REM (sono mais profundo). A distribuição num adulto sadio é de 80% de sono lento e 20% de sono REM. Já no bebê recém-nascido, por exemplo, essa distribuição é 50 % de um e 50% do outro, ou seja, os recém-nascidos têm uma grande porcentagem de sono profundo.</p><p>O sono NREM é dividido em 3 estágios (1, 2 e 3) que representam progressivamente a profundidade do sono, sendo que o estágio 3 é chamado de sono delta ou de ondas lentas.  Durante a fase do sono NREM, ocorre uma diminuição da atividade do sistema nervoso autônomo (SNA) simpático e um aumento do tônus parassimpático a níveis mais altos do que durante a vigília, sendo que diversas variáveis fisiológicas (frequência cardíaca e respiratória, pressão arterial, tamanho da pupila, movimentos intestinais etc.) permanecem em um mínimo estável e sem variações abruptas. É nesse período do sono que ocorre um aumento da síntese proteica e a liberação de hormônio de crescimento.</p><p>Em um adulto jovem, o sono se inicia com a sucessão de estágios do sono NREM, demorando cerca de 60 a 80 minutos para a ocorrência do primeiro período REM, o qual normalmente é de curta duração.</p><p>O sono REM caracteriza-se pela dessincronização eletrencefalográfica com episódios de movimentos oculares rápidos, abalos musculares breves de membros e atonia muscular (musculatura totalmente relaxada).  Ocorre uma instabilidade do SNA simpático, com variações da frequência cardíaca e respiratória, pressão arterial, fluxo sanguíneo coronariano, cerebral e tamanho da pupila, além de ereções penianas.</p><p>Acredita-se que o sono REM esteja relacionado aos mecanismos de aprendizado e memória, explicando por que encontramos sua maior expressão nesta fase, em que há uma maturação cerebral acelerada. Ao longo da noite, os períodos REM vão se tornando mais prolongados sendo que o sono delta (estágios 3 e 4) quase não ocorre no final do período de sono.  Assim, o sono delta predomina no terço inicial da noite e o sono REM, na segunda metade.</p><p>Dessa forma, os sonos NREM e REM se repetem a cada 70 a 110 minutos com 4 a 6 ciclos por noite em um adulto jovem, sendo o tempo total de sono constituído por cerca de 2-5% de estágio 1, 45-55% de estágio 2, 15-20% de estágio 3 e 20-25% de sono REM.</p><p>Vale dizer que o hipotálamo, região do cérebro que tem a função de manter em equilíbrio nossas funções internas corporais, é fundamental para os mecanismos do sono.</p><p><strong> </strong><strong>O que pode alterar o sono</strong></p><p>A distribuição dos estágios de sono durante a noite pode ser alterada por vários fatores como idade, história prévia de sono, ritmos circadianos (nosso ritmo biológico), temperatura ambiente, ingestão de drogas, além de diversos problemas de saúde.</p><p>O sono normal pode ser comprometido por diversos transtornos de sono, como os distúrbios respiratórios do sono (principalmente a apneia obstrutiva do sono), a insônia, a narcolepsia, a síndrome das pernas inquietas, entre outros distúrbios que impactam a qualidade de vida, levando a sonolência excessiva diurna.</p><p><strong>Polissonografia</strong></p><p><strong> </strong>Pode-se dizer que a compreensão moderna do sono começou a partir do trabalho de Hans Berger, em 1929, que realizou os primeiros registros da atividade elétrica cerebral em seres humanos, os quais denominou de eletrencefalograma (EEG). Na década de 30, Loomis, Harvey e Hobart (1937) utilizaram o EEG para o estudo do sono em ­seres humanos, descobrindo que o sono era caracterizado por estágios distintos que se alternavam espontanea­mente durante a noite.</p><p>A identificação do sono com movimentos oculares rápidos (sono REM, do inglês <em>Rapid Eye Movements</em>) por Aserinsky e Kleitman, em 1953<em>,</em> iniciou uma nova era na pesquisa de sono, seguindo-se centenas de estudos sobre fisiologia e fisiopatologia do sono.</p><p>Atualmente, a polissonografia (polissonografia noturna, poligrafia de noite inteira ou video-polissonografia) é uma ferramenta essencial para a avaliação do sono, sendo utilizada no diagnóstico da maioria dos transtornos do sono, como apneia obstrutiva do sono, insônia e narcolepsia.</p><p>O exame também é recomendado no diagnóstico das parassonias, particularmente nos distúrbios do despertar (sonambulismo, terror noturno e despertar confusional) e no transtorno comportamental do sono REM.</p><p>Por meio da polissonografia é possível realizar a avaliação objetiva de diversos parâmetros fisiológicos do sono, como: a atividade elétrica cerebral por meio do eletroencefalograma (EEG), a movimentação ocular, o tônus muscular e a movimentação dos membros, além da respiração, dos batimentos cardíacos e de gases sanguíneos (O<sub>2</sub> e CO<sub>2</sub>).</p><p>O registro do EEG é um parâmetro fundamental para a avaliação dos estágios do sono. Os movimentos oculares são registrados por meio de eletrooculograma (EOG) e são importantes para a avaliação do estágio REM.</p><p>Os registros dos movimentos respiratórios são realizados por meio de sensores ou captadores de fluxo colocados próximos ao nariz e boca, assim como pelos movimentos respiratórios torácicos e abdominais que são registrados continuamente por cintas.</p><p>O ideal é que se realize a vídeo-polissonografia, ou seja, a polissonografia completa com registro da noite inteira com vídeo, o que possibilita o diagnóstico diferencial entre comportamentos anormais durante o sono.</p><p>Durante a investigação dos problemas de sono, o médico utiliza vários métodos de avaliação, como análise clínica do paciente, diários e questionários de sono. Além da polissonografia, podem ser usados o teste das latências múltiplas de sono e o teste de manutenção de vigília, na investigação da sonolência excessiva diurna.</p><p> </p>					</div>
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				<p><strong style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );">Referência:</strong></p>
<p><em>&#8211; ALVES, RC, In: Artigo Sono normal e Polissonografia, curso APM<br></em><em>&#8211; ALVES, RC, In: Polissonografia: Interpretação e Limitações</em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja o vídeo curto abaixo sobre os ciclos de sono:</h2>		</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Assista também o vídeo explicativo sobre polissonografia:</h2>		</div>
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