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	<title>terceira idade &#8211; Rosana Cardoso Alves</title>
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		<title>Apneia, insônia e pernas inquietas são comuns na terceira idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 01:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Idosos também tendem a iniciar o sono mais cedo e a acordar mais cedo pela manhã, o que caracteriza um avanço de fase do sono.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Idosos também tendem a iniciar o sono mais cedo e a acordar mais cedo pela manhã, o que caracteriza um avanço de fase do sono.
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				<p>À medida em que envelhecemos, o sono sofre alterações qualitativas e quantitativas com o passar do tempo, assim, aos 60 anos não dormimos da mesma maneira como quando tínhamos 20 anos. Mas é importante saber que a necessidade de sono permanece a mesma: recomenda-se que os adultos, independentemente da idade, durmam cerca de 8 horas por noite para manter uma boa saúde física e mental.</p><p>Estudos mostram que transtornos do sono são muito comuns nas pessoas com mais de 60 anos. Apesar da maioria dos idosos não sentir mudança no tempo para iniciar o sono, despertares noturnos passar a ocorrer com maior frequência. O ritmo circadiano (também conhecido como relógio biológico) se altera e os idosos tendem a adormecer mais cedo e a acordar mais cedo pela manhã, o que caracteriza um avanço de fase do sono.</p><p>Transtornos do sono tornam-se mais comuns na terceira idade, o que contribui para o aumento do risco de desenvolvimento de condições mais graves como demência, depressão, acidente vascular cerebral (AVC), doença cardíaca, obesidade e diabetes.</p><p>Apesar do sono mudar com o avançar da idade, não podemos considerar normal uma má qualidade de sono. Estudos evidenciam que a privação crônica de sono nos idosos, que pode ser decorrente de várias condições como a insônia, prejudica a atenção, a memória e aumenta a frequência de queixas cognitivas. Assim, ter um ciclo sono-vigília regular está relacionado com uma melhor cognição nesse grupo populacional.</p><p><strong>Veja a seguir os transtornos do sono mais comuns nos idosos:</strong></p><p><strong>Apneia do sono</strong></p><p>Cerca de dois terços dos adultos com mais de 65 anos têm sintomas leves ou graves de síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), um problema respiratório em que a via aérea superior é obstruída durante o sono, levando à dificuldade para respirar. Com o tratamento adequado, é possível melhorar a qualidade do sono e aumentar a quantidade de oxigênio no sangue.</p><p>A apneia do sono pode impactar de forma significativa a qualidade de vida das pessoas, pois está relacionada à fragmentação e privação de sono, levando também à insônia. Sabemos que a apneia pode exacerbar a hipertensão arterial sistêmica, a doença isquêmica coronariana e a síndrome metabólica, que são fatores de risco predisponentes para o AVC (derrame).</p><p><strong> </strong><strong>Insônia</strong></p><p><strong> </strong>Caracteriza-se pela queixa da dificuldade em iniciar e/ou manter o sono, ou ainda a queixa de má qualidade do sono. Para o diagnóstico da insônia é necessário que o sintoma seja frequente (três ou mais vezes na semana) e que acarrete algum outro sintoma diurno, como cansaço, déficit de atenção, concentração ou memória, transtorno de humor, sonolência excessiva diurna, entre outros.</p><p>A insônia causa comprometimento social, acadêmico e comportamental, além de ser um fator de risco para Acidente Vascular Cerebral (AVC) e fator de risco primário para o desenvolvimento de depressão.</p><p><strong>Sono fragmentado</strong></p><p>Muitos idosos reconhecem que seu sono está mais fragmentado. Frequentes despertares noturnos representam a queixa mais comum relacionada à idade. Os idosos que têm insônia ou sono fragmentado têm risco aumentado de doença cerebral, além do prejuízo cognitivo e emocional.</p><p>Sabemos que os idosos com sono fragmentado têm um maior risco para o declínio cognitivo mais rápido e doença de Alzheimer do que idosos sem sono fragmentado.</p><p><strong>Síndrome das pernas inquietas (SPI)</strong></p><p>A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) também é comum nos idosos e se caracteriza pela necessidade urgente de mover as pernas, geralmente acompanhada por desconforto ou incômodo. Os sintomas acontecem ou pioram em repouso, quando o paciente está sentado ou deitado, principalmente à noite. Ao mesmo tempo, os sintomas aliviam total ou parcialmente com o movimento.</p><p>A síndrome está associada à diversas condições clínicas, como insônia, insuficiência vascular, insuficiência renal, anemia ferropriva, insuficiência hepática, uso de álcool, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibromialgia, esclerose múltipla, Doença de Parkinson, assim como o uso de vários medicamentos (ex: anti-histamínicos, neurolépticos e alguns antidepressivos).</p><p><strong>Transtorno C</strong><strong>omportamental do sono REM </strong></p><p>Esse transtorno refere-se à ausência da atonia muscular durante o sono REM (fase do sono profundo em que ocorre o movimento rápido dos olhos). O paciente literalmente &#8220;vivencia&#8221; os sonhos, gerando comportamentos motores e até violentos, podendo agredir quem estiver ao seu lado, ferir-se ou até destruir pertences da casa.</p><p>O quadro clínico é caracterizado por uma história de anos de duração (10 &#8211; 20 anos) de sono agitado, com movimentos de membros e vocalizações durante o sono. A tríade de sono agitado, sonhos vívidos e comportamentos motores em idosos é clinicamente sugestiva. A prevalência na população geral é desconhecida, sendo mais comum em homens idosos com mais de 65 anos. Além disso, em cerca de 30% a 40% dos casos o transtorno é associado a doenças neurológicas, como demência, esclerose múltipla, AVC, ou doenças tóxico-metabólicas.</p><p><strong>Sono saudável na terceira idade</strong></p><p>1. Evite a ingestão de cafeína após o período da tarde e noite<br />2. Evite álcool no período da noite<br />3. Exponha-se à luz durante o dia<br />4. Faça atividades físicas regularmente<br />5. Mantenha a temperatura do quarto confortável para iniciar e manter o sono<br />6. Mantenha o quarto escuro e silencioso à noite<br />7. Mantenha rotinas para acordar e dormir na mesma hora todos os dias<br />8. No caso dos fumantes, evite o fumo e substâncias com nicotina quatro horas antes de se deitar.</p><p>Caso os sintomas descritos acima sejam muito frequentes e estejam comprometendo o desempenho funcional e cognitivo do idoso, prejudicando a sua qualidade de vida, é importante procurar a ajuda de um especialista em Medicina do Sono para avaliação e diagnóstico. Existem medidas de <a href="https://youtu.be/TD9RXLfx8Sg" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">higiene do sono</span></a> e tratamentos que podem contribuir para a melhora dessas condições clínicas.<strong> </strong></p><p><strong><br />Referência:<br /></strong></p><p><em>&#8211; “Uma boa noite de sono” do Instituto Nacional do Envelhecimento (NIA). Disponivel em: </em><a href="https://www.nia.nih.gov/health/publication/good-nightssleep." target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em>www.nia.nih.gov/health/publication/good-nightssleep</em><em>.</em></span></a></p><p><em>&#8211;  Associação Brasileira do Sono. Cartilha do Sono. Semana do Sono 2019. Associação Brasileira do Sono. Brasil. 2019. Disponível em: &lt; </em><a href="http://semanadosono.com.br/assets/cartilha-sem19.pdf"><em>http://semanadosono.com.br/assets/cartilha-sem19.pdf</em></a><em>&gt;.</em></p><p><em><strong>&#8211; </strong>ALVES, ROSANA S. CARDOSO. Disturbios do Sono. In: Ricardo Nitrini e Luiz A. Bacheschi. (Org.). A Neurologia que todo medico deve saber. 3aed.sao paulo: Atheneu, 2015, p. 363-371</em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja também esse vídeo explicativo sobre pernas inquietas:</h2>		</div>
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