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	<title>parassonia &#8211; Rosana Cardoso Alves</title>
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		<title>Xixi na cama após os cinco anos deve ser investigado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 02:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[enurese do sono]]></category>
		<category><![CDATA[parassonia]]></category>
		<category><![CDATA[sono infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter um sono de qualidade nos ajuda a sermos mais criativos</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Denominado enurese do sono, o transtorno afeta cerca de 10% das crianças de seis a sete anos.</span></em></h5>					</div>
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				<p>Criança que faz xixi na cama durante a noite é um problema comum na infância e uma das principais preocupações das famílias com crianças pequenas, mas é importante saber que a enurese noturna, como é chamada a perda involuntária de urina durante o sono, é vista como um transtorno somente após os cinco anos de idade.</p><p>Até os quatro anos, uma em cada três crianças ainda urina na cama e essa situação é normalmente sanada até a criança completar cinco anos, quando já deveria ter obtido o controle esfincteriano. Após essa fase, se ela continuar com o problema de forma frequente é importante conversar com o pediatra e procurar um especialista para investigar as causas.</p><p>A prevalência de enurese do sono é de cerca de 10% em crianças de seis a sete anos, com maior predominância nos meninos, e diminui progressivamente com a idade. Alguns estudos sugerem uma incidência de 44% a 77% quando um ou os dois pais apresentam histórico de enurese. A enurese noturna também pode ocorrer em até 2% dos adolescentes.</p><p>A enurese do sono pode ser primária ou secundária. No primeiro caso, ela acontece após os cinco anos de idade na ausência de alterações do trato urinário ou outras doenças médicas. Já na enurese secundária, ocorre o reaparecimento do fenômeno após um período de três a seis meses de controle vesical (controle da continência urinária realizado pelos músculos esfíncteres).</p><p><strong>Um tipo de parassonia</strong></p><p>A enurese noturna é um transtorno que faz parte das parassonias do sono (manifestações físicas indesejáveis durante o sono), podendo ocorrer em todos os estágios do sono, ou seja, tanto no sono REM (sono mais profundo com movimentos oculares rápidos) quanto no sono NREM (não-REM).</p><p>Estudos também sugerem que crianças com enurese noturna podem apresentar dificuldade para acordar com alteração no limiar de despertar, justificando a dificuldade para acordar frente ao estímulo da bexiga cheia durante à noite.</p><p><strong>Causas e tratamento</strong></p><p>As causas da enurese do sono são multifatoriais e podem estar relacionadas à maturação do controle vesical na enurese primária, fatores genéticos e familiares, infecções e variações anatômicas, como malformações genito-urinárias, bexiga neurogênica. Patologias psiquiátricas ou endócrinas também podem causar a enurese secundária.</p><p>O estresse psicológico pode estar associado ao desenvolvimento da enurese, por exemplo: problemas familiares, troca de escola e nascimento de irmãos. Quando esses fatores ocorrem no período de aquisição do controle esfincteriano podem interferir com a regulação central sobre o funcionamento vesical na criança.</p><p>A recomendação é que o tratamento seja iniciado antes que o problema comece a interferir nas atividades sociais da criança, gerando constrangimento. O tratamento envolve, principalmente, a orientação psicológica com conversas positivas e medidas comportamentais. Nos casos mais graves, recomenda-se avaliação urológica e nefrológica, com possível prescrição de medicamentos específicos.</p><p> </p><p><strong>Referências:<br /></strong><em>&#8211; Soster LA e Alves RC. </em><em>Sonambulismo e outras parassonias. In: Medicina do Sono (serie SPSP) 2019.</em></p><p><em>&#8211; Soster LA, Alves RC et al. Non-REM Sleep Instability in Children With Primary Monosymptomatic Sleep Enuresis.</em><strong><em> </em></strong><em>Journal of Clinical Sleep Medicine</em><strong><em> </em></strong><em>Vol. 13 (10</em><em>), 2017.</em></p>					</div>
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		<title>Paralisia do sono impede os movimentos e a fala ao acordar</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/paralisia-do-sono-impede-os-movimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 01:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[paralisia do sono]]></category>
		<category><![CDATA[parassonia]]></category>
		<category><![CDATA[privação do sono]]></category>
		<category><![CDATA[sono irregular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes têm ataques de sono e podem levar muitos anos para receber o diagnóstico correto.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Sono irregular, privação de sono e estresse podem desencadear os episódios.</span></em></h5>					</div>
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				<p>A paralisia do sono caracteriza-se pela incapacidade total transitória para se mover e falar, ocorrendo com frequência no início do sono ou, mais comumente, ao despertar. Apesar de consciente, a pessoa fica temporariamente incapaz de se mexer e realizar atos voluntários, o que pode gerar angústia e apreensão. Estima-se que 15% das pessoas apresentem pelo menos um episódio de paralisia do sono na vida.</p><p>A paralisia é um tipo de parassonia (fenômeno físico e vivencial indesejado durante o sono) que ocorre durante o <a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/por-que-sonhamos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">sono REM</span></a> (sono profundo). Os pacientes relatam impossibilidade de falar, movimentar os membros, tronco ou cabeça, sem alterações da respiração e do nível de consciência.</p><p>Em até 50% dos casos, a paralisia pode ser acompanhada por alucinações auditivas, visuais ou táteis. Os episódios duram de 1 a 10 minutos, com média de 2 minutos, e terminam subitamente após esforço mental ou por alguma estimulação sensorial externa.</p><p>A paralisia do sono isolada ou com histórico familiar ocorre em 5 a 10% da população normal, iniciando-se com frequência na adolescência. Fatores como sono irregular, privação de sono, hábitos irregulares de sono, uso de álcool, drogas ou estresse podem desencadear os episódios.</p><p><strong>Sinais e sintomas:</strong></p><p>• Incapacidade recorrente para mover o tronco e os membros no início do sono ou ao acordar.<br />• Episódios duram segundos a alguns minutos.<br />• Episódios causam sofrimento clinicamente significativo, incluindo ansiedade ou medo de dormir ou de ter sono.<br />•  A perturbação não é explicada por outros transtornos do sono, especialmente <a href="https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/narcolepsia-causa-necessidade-incontrolavel-de-dormir/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">narcolepsia</span></a>, transtorno mental, condição médica, medicação ou uso de substâncias.</p><p>Na maioria dos casos não há necessidade de tratamento farmacológico para a paralisia do sono, devendo o médico esclarecer ao paciente sobre a benignidade da condição.</p><p><i><strong>Referência:</strong></i><em><br />&#8211; Livro “Sono e seus transtornos – do diagnóstico ao tratamento”. </em>Editora Atheneu.<br /><em>&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Transtornos do Sono, Livro Clínica Médica &#8211; Neurologia 2015.<br />&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Parassonias, Livro Atheneu.</em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja o vídeo explicativo sobre o tema:​

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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Assista também a entrevista para a TV Record sobre paralisia do sono:</h2>		</div>
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		<title>Pesadelos podem levar à insônia e má qualidade do sono</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/pesadelos-podem-levar-a-insonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
		<category><![CDATA[parassonia]]></category>
		<category><![CDATA[pesadelos]]></category>
		<category><![CDATA[sono REM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtornos do pesadelo são comuns na infância, mas também acontecem na vida adulta</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Transtornos do pesadelo são comuns na infância, mas também acontecem na vida adulta
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				<p>Muito comum na infância, mas também presente na vida adulta, o pesadelo é definido como um transtorno do Sono REM (sono profundo que acontece na segunda metade da noite) quando, geralmente, a pessoa tem episódios em que acorda assustada, relatando estórias desagradáveis e perturbadoras. Ao despertar, a pessoa sente emoções negativas como por exemplo: medo, terror, ansiedade ou raiva. Taquicardia e respiração acelerada, em graus variados, também estão presentes.</p><p>Os pesadelos são considerados um tipo de parassonia primária, correspondendo a fenômenos físicos e vivenciais indesejáveis que acometem o sistema motor e/ou neurovegetativo (parte do sistema nervoso relacionada ao controle das funções, como respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e digestão) durante o sono.</p><p>Estima-se que os pesadelos ocorram em 60 a 75% das crianças, podendo iniciar bem cedo, por volta dos 2 anos de idade. Cerca de 10 a 50% das crianças de 3 a 5 anos apresentam pesadelos ocasionais graves, pedindo ajuda a seus pais durante a noite.</p><p>Pesadelos frequentes podem ocorrer em até 5% das crianças na fase escolar e estão associados a características de personalidade, situações de estresse ou quadros psiquiátricos. Em adultos, a prevalência de pesadelos uma vez por semana é de cerca de 6 a 8%.</p><p>É importante saber que alguns medicamentos, como anti-hipertensivos, anti-histamínicos, antidepressivos e outros, além do abuso ou retirada de álcool, estão relacionados com pesadelos.</p><p><strong>Sinais para o diagnóstico:</strong></p><p>• Ocorrências repetidas de sonhos desagradáveis e angustiantes que, geralmente, envolvem ameaças à sobrevivência, segurança ou integridade física.<br />• Ao despertar, a pessoa rapidamente retorna ao estado habitual, orientado e alerta.<br />• A experiência causa sofrimento significativo ou prejuízos nas áreas social, ocupacional ou outras.</p><p><strong>Impacto dos pesadelos frequentes:</strong></p><p>• Perturbação do humor com persistência do pesadelo, ansiedade, inquietude.<br />• Resistência ao dormir com ansiedade na hora de dormir, medo do sono, pesadelos subsequentes.<br />• Alterações cognitivas com imagens intrusivas de pesadelos (imagens voltam à mente), incapacidade de concentração ou memória.<br />• Impacto negativo sobre o cuidador ou o funcionamento familiar.<br />• Problemas comportamentais, como evitar dormir e medo do escuro.<br />• Insônia e dificuldade para retornar ao sono após despertares.<br />• Sonolência excessiva diurna.<br />• Cansaço ou baixa energia.<br />• Função ocupacional ou educacional prejudicada.<br />• Prejuízo nas relações pessoais.</p><p>Quando os episódios de transtornos do pesadelo são muito frequentes e impactam a qualidade de vida do adulto ou da criança pode ser importante procurar a ajuda de um médico especialista em Medicina do Sono.</p><p>O diagnóstico inclui uma avaliação da história clínica completa e detalhada, envolvendo hábitos diurnos e do momento do sono. Em relação ao tratamento, a maioria dos casos se restringe à orientação familiar sobre o caráter benigno dos episódios com medidas de higiene de sono, psicoterapia e, mais raramente, uso de medicações.  </p><p> </p><p><i><strong>Referência:<br /></strong>&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Transtornos do Sono, Livro Clínica Médica &#8211; Neurologia 2015.<br />&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Parassonias, Livro Distúrbios do Sono na Infância, Editora Atheneu.</i></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja também o bate-papo com o Dr. George Pinheiro, especialista em Medicina do Sono:</h2>		</div>
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