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	<title>Transtornos do sono &#8211; Rosana Cardoso Alves</title>
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		<title>Transtorno do espectro autista e o sono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 22:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
		<category><![CDATA[alterações de sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista relatam anormalidades no sono, algo que piora o déficit de comunicação.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Distúrbios do sono podem estar associados à piora do déficit de comunicação e de comportamentos repetitivos em pessoas com autismo. </span></em></h5>					</div>
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				<p>O transtorno do espectro autista (TEA) é uma alteração do neurodesenvolvimento que inclui comprometimento da comunicação e padrões de comportamento estereotipados.</p><p>As alterações de sono em pessoas com transtorno do espectro autista são muito comuns, incluindo queixa de insônia, despertares noturnos frequentes, padrões de sono-vigília irregulares e tempo de sono reduzido.</p><p>Cerca de 44% e 83% das crianças e adolescentes com TEA relatam anormalidades do sono que afetam negativamente o funcionamento diurno. A gravidade do distúrbio do sono também impacta a saúde emocional e a qualidade de vida.</p><p>Importante lembrar os distúrbios do sono estão associados à alteração do comportamento diurno com aumento de sonolência excessiva diurna e piora do desempenho escolar na população em geral, e mais acentuadamente, em pacientes com transtorno do espectro autista.</p><p>O sono insuficiente e a qualidade ruim do sono noturno podem exacerbar características básicas e associadas do transtorno do espectro autista, contribuindo para efeitos negativos sobre o humor e a regulação emocional, prejudicando o comportamento e aspectos cognitivos. Dessa forma, os distúrbios do sono estão associados à piora do déficit de comunicação e de comportamentos repetitivos no TEA.</p><p>Se a pessoa com TEA apresenta rotina de sono irregular, isso pode contribuir para alteração do padrão de secreção de melatonina e dos genes que controlam o relógio interno.</p><p>Outros transtornos como epilepsia, refluxo gastroesofágico, ansiedade, depressão, transtorno bipolar e transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH) podem contribuir ainda mais para os problemas de sono.</p><p>Quanto à terapia, crianças e adolescentes com TEA que apresentam distúrbios do sono frequentemente recebem tratamentos medicamentoso e comportamental.</p><p>Crianças acima de seis anos e adolescentes podem responder bem à terapia cognitivo-comportamental (TCC), adaptado da TCC em adultos. Essas intervenções são tratamentos psicoterapêuticos de curto prazo e com o objetivo de modificar os padrões de pensamentos e comportamentos que perpetuam a insônia, por exemplo hábitos inadequados, falta de rotina e má higiene do sono.</p>					</div>
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		<title>Paralisia do sono impede os movimentos e a fala ao acordar</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/paralisia-do-sono-impede-os-movimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 01:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[paralisia do sono]]></category>
		<category><![CDATA[parassonia]]></category>
		<category><![CDATA[privação do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes têm ataques de sono e podem levar muitos anos para receber o diagnóstico correto.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Sono irregular, privação de sono e estresse podem desencadear os episódios.</span></em></h5>					</div>
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				<p>A paralisia do sono caracteriza-se pela incapacidade total transitória para se mover e falar, ocorrendo com frequência no início do sono ou, mais comumente, ao despertar. Apesar de consciente, a pessoa fica temporariamente incapaz de se mexer e realizar atos voluntários, o que pode gerar angústia e apreensão. Estima-se que 15% das pessoas apresentem pelo menos um episódio de paralisia do sono na vida.</p><p>A paralisia é um tipo de parassonia (fenômeno físico e vivencial indesejado durante o sono) que ocorre durante o <a href="https://sonoemedicina.com.br/sono/por-que-sonhamos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">sono REM</span></a> (sono profundo). Os pacientes relatam impossibilidade de falar, movimentar os membros, tronco ou cabeça, sem alterações da respiração e do nível de consciência.</p><p>Em até 50% dos casos, a paralisia pode ser acompanhada por alucinações auditivas, visuais ou táteis. Os episódios duram de 1 a 10 minutos, com média de 2 minutos, e terminam subitamente após esforço mental ou por alguma estimulação sensorial externa.</p><p>A paralisia do sono isolada ou com histórico familiar ocorre em 5 a 10% da população normal, iniciando-se com frequência na adolescência. Fatores como sono irregular, privação de sono, hábitos irregulares de sono, uso de álcool, drogas ou estresse podem desencadear os episódios.</p><p><strong>Sinais e sintomas:</strong></p><p>• Incapacidade recorrente para mover o tronco e os membros no início do sono ou ao acordar.<br />• Episódios duram segundos a alguns minutos.<br />• Episódios causam sofrimento clinicamente significativo, incluindo ansiedade ou medo de dormir ou de ter sono.<br />•  A perturbação não é explicada por outros transtornos do sono, especialmente <a href="https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/narcolepsia-causa-necessidade-incontrolavel-de-dormir/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">narcolepsia</span></a>, transtorno mental, condição médica, medicação ou uso de substâncias.</p><p>Na maioria dos casos não há necessidade de tratamento farmacológico para a paralisia do sono, devendo o médico esclarecer ao paciente sobre a benignidade da condição.</p><p><i><strong>Referência:</strong></i><em><br />&#8211; Livro “Sono e seus transtornos – do diagnóstico ao tratamento”. </em>Editora Atheneu.<br /><em>&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Transtornos do Sono, Livro Clínica Médica &#8211; Neurologia 2015.<br />&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Parassonias, Livro Atheneu.</em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja o vídeo explicativo sobre o tema:​

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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Assista também a entrevista para a TV Record sobre paralisia do sono:</h2>		</div>
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		<title>Narcolepsia causa necessidade incontrolável de dormir</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/narcolepsia-causa-necessidade-incontrolavel-de-dormir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 13:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
		<category><![CDATA[cataplexia]]></category>
		<category><![CDATA[narcolepsia]]></category>
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		<category><![CDATA[transtornos do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes têm ataques de sono e podem levar muitos anos para receber o diagnóstico correto.</p>
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				<p>A narcolepsia é uma doença neurológica crônica e rara que tem como principal característica a necessidade súbita e incontrolável de dormir e presença de ataques de sono, geralmente associados a alterações na arquitetura do sono e a manifestações dissociadas do sono REM (sono profundo). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma doença é considerada rara quando afeta até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos.</p><p>Causada por fatores genéticos e autoimunes, a narcolepsia tem o início dos seus sintomas na segunda década de vida, ou seja, na fase da adolescência e jovem adulto. Cerca de um terço dos pacientes apresentam sintomas clínicos antes dos 15 anos, 16% antes dos 10 anos e 4,5% antes dos 5 anos de idade. Por isso, um dos desafios é a realização do diagnóstico precoce, ainda na infância.</p><p>A rápida transição para o sono REM é a principal característica da narcolepsia, ocorrendo o deslocamento do estágio REM do sono, não somente durante o sono noturno, mas também durante a vigília. O paciente apresenta diminuição da latência para o início do sono, sono fragmentado por microdespertares, aumento do tempo acordado após o início do sono e diminuição da eficiência de sono. No entanto, o tempo total de sono é igual (ou menor) ao observado nas pessoas sem a doença. Clinicamente, os pacientes podem relatar sono superficial e não reparador.</p><p><strong>Impacto significativo</strong></p><p>Estudos mostram que cerca de 57% dos pacientes com narcolepsia apresentam depressão e 53% transtorno de ansiedade. Este conjunto de sintomas e repercussões trazem impacto negativo direto sobre aspectos sociais, profissionais e familiares, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes.</p><p>Sem dúvida, a demora no diagnóstico é um grande desafio em relação à narcolepsia. Em geral, observa-se um atraso médio de 13 anos entre o início dos sintomas e o diagnóstico da doença. Esse atraso deve-se, em parte, pelo desconhecimento da narcolepsia pela população e profissionais de saúde, incluindo médicos, fato que demonstra a necessidade de maior conscientização sobre o tema.</p><p>Os pacientes relatam problemas com horários e pontualidade, perdem oportunidades de estudos, empregos e relacionamentos, sendo muitas vezes estigmatizados como preguiçosos e irresponsáveis. A maioria apresenta queixas cognitivas, como desatenção e déficit de memória gerando baixo rendimento acadêmico e profissional. Nas crianças, o atraso no diagnóstico da doença pode levar a problemas sérios na alfabetização, problemas psicossociais, ganho de peso, tratamento medicamentoso incorreto, entre outros.</p><p>A obesidade é comum na população com narcolepsia, com desregulação do controle do apetite ou compulsão alimentar. Além do sobrepeso, outras doenças metabólicas, dores crônicas, hipertensão arterial, doenças autoimunes e transtornos do sono (como apneia do sono e movimentos periódicos dos membros inferiores) são comorbidades que podem estar associadas à narcolepsia.</p><p><strong>Principais sinais e sintomas</strong></p><p><strong>Sonolência excessiva diurna e ataques de sono</strong></p><p>A <a href="https://sonoemedicina.com.br/dra-rosana-responde/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">sonolência</span></a> excessiva diurna é uma queixa frequente em 95% dos casos de narcolepsia, sendo intensa, incapacitante, crônica e não progressiva. Costuma ser persistente ao longo do dia, mas também pode se manifestar por meio de ataques súbitos e incontroláveis de sono.</p><p>Os ataques de sono podem ocorrem em situações não usuais, por exemplo, ao comer, caminhar ou dirigir. Geralmente os cochilos são restauradores e deixam os pacientes em alerta por algumas horas.</p><p><strong>Cataplexia             </strong></p><p>A cataplexia é definida como mais de um episódio de perda súbita do tônus muscular, geralmente bilateral, simétrica e de duração breve (menos de minutos) com manutenção da consciência. Esses episódios são desencadeados por emoções fortes, como risos, susto ou choro.</p><p>O paciente pode apresentar queda da pálpebra, abertura da boca e protrusão da língua, dificuldade em pronunciar sons, gagueira, queda da maxila, inclinação da cabeça, queda dos braços, flexão dos joelhos ou instabilidade de marcha. Em 1/3 dos pacientes pode ocorrer colapso corporal (quando o paciente perde a força e desaba). Muitas vezes a cataplexia é confundida com síncope ou sintomas psicológicos, o que dificulta o seu diagnóstico.</p><p><strong>Paralisia do sono</strong></p><p>A <a href="https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/paralisia-do-sono-impede-os-movimentos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">paralisia do sono</span></a> pode ocorrer em quase 60% dos narcolépticos, porém com frequência variável. São episódios de incapacidade de se movimentar quando a pessoa está adormecendo ou, mais frequentemente, quando está acordando. Os eventos duram poucos segundos a minutos, cedendo espontaneamente quando se fala ou toca na pessoa ou, ainda, se ela própria tem o pensamento de se movimentar.</p><p>Sensação de palpitação, sudorese, tremor e piscamento dos olhos, gemidos, dificuldade para respirar, dormência nas extremidades ou sensação de opressão torácica podem ocorrer concomitantemente à paralisia do sono. Estes sintomas costumam durar até 10 minutos.</p><p><strong>Alucinações </strong></p><p>Denominadas hipnagógicas e hipnopômpicas, as alucinações ocorrem em 2/3 dos pacientes com narcolepsia e pelo menos uma vez por semana em metade dos pacientes. Geralmente se apresentam como manifestações visuais e, mais raramente, tátil, auditivo ou somato-sensitivas.</p><p>Pode ser uma imagem parada ou um sonho vívido em movimento, colorido ou em preto e branco, como pessoa ou animais próximos ou deitados na cama. A descrição do paciente é como se estivesse sonhando acordado. Logo ao deitar o paciente não sabe descrever se está sonhando ou se ainda é realidade ou, nos primeiros minutos quando desperta pela manhã, não sabe se ainda está sonhando ou se já acordou.</p><p>As alucinações podem estar associadas à paralisia do sono e, quando mal diagnosticadas, são confundidas com sintomas psicóticos, terror noturno, <a href="https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/pesadelos-podem-levar-a-insonia/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">pesadelos</span></a> ou ataques de pânico.</p><p><strong>Fragmentação do sono</strong></p><p>Cerca de 1/3 dos pacientes apresenta fragmentação do sono noturno com múltiplos despertares ao longo da noite, além da dificuldade de reiniciar o sono.</p><p>Vale dizer que o diagnóstico da narcolepsia é bastante complexo, devendo ser realizado, preferencialmente, por profissional especializado em Medicina do Sono. Envolve a avaliação clínica e neurofisiológica do paciente, aplicação de questionários, além da realização de exames, como a polissonografia. Já o tratamento pode incluir terapia comportamental e farmacológica.</p><p><i><strong>Referência:<br /></strong>&#8211; Consenso de Narcolepsia 2020, Associação Brasileira do Sono (ABS)<br /><span style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );">&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Transtornos do Sono, livro Clínica Médica – Neurologia.</span></i></p>					</div>
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		<title>Sono excessivo diurno pode ser sinal de transtorno de sono</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/sono-excessivo-diurno-pode-ser-transtorno-de-sono-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 09:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
		<category><![CDATA[hipersonia]]></category>
		<category><![CDATA[narcolepsia]]></category>
		<category><![CDATA[SED]]></category>
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		<category><![CDATA[sonolência excessiva diurna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sonolência excessiva diurna (SED) caracteriza-se pela<br />
incapacidade da pessoa se manter acordada, causando sonolência e cochilos frequentes. </p>
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				<p>É normal sentirmos sono ao longo do dia após uma noite mal dormida ou quando algo mudou na nossa rotina, por exemplo, se fomos a uma festa ou se assistimos a um filme durante a madrugada. No entanto, quando essa sonolência excessiva diurna se torna frequente e impacta a vida social e profissional das pessoas, estamos diante de uma situação que merece ser investigada.</p>
<p>A sonolência excessiva diurna (SED), também conhecida como hipersonia, caracteriza-se pela incapacidade da pessoa se manter acordada ou alerta durante os principais períodos de vigília do dia, causando sonolência e cochilos frequentes e até incontroláveis. Geralmente, o paciente também se queixa que já acorda cansado ou que passa o dia todo cansado.</p>
<p><strong>Principais sinais e sintomas:</strong></p>
<p><strong>• </strong>Cansaço, falta de disposição e fadiga.<br><strong>• </strong>Cochilos frequentes em vários momentos do dia.<br><strong>• </strong>Cochilos em situações monótonas ou fora do comum, como sala de aula, reuniões, cinema, sala de espera ou dentro de um transporte público.<br><strong>• </strong>Dormir ao volante quando se está dirigindo.<br><strong>• </strong>Diminuição da capacidade de concentração.<br><strong>• </strong>Irritabilidade frequente.<br><strong>• </strong>Sentir sono excessivo, sem explicação.</p>
<p>A sonolência excessiva diurna pode causar situações de constrangimento e muitas vezes o paciente fica estigmatizado como uma pessoa “preguiçosa e devagar”, além do risco aumentado de sofrer acidentes de trânsito e de trabalho.</p>
<p>O sono insuficiente é a principal causa da sonolência excessiva diurna. Essa privação crônica de sono é cada vez mais frequente na população, pois para poder cumprir todas as tarefas que têm ao longo do dia, as pessoas dormem cada vez menos. Como consequência, ocorrem alterações no ritmo biológico, o nosso ritmo circadiano, e a sonolência excessiva pode se tornar um problema.</p>
<p>Os transtornos respiratórios do sono, como ronco e apneia obstrutiva do sono (AOS), são os causadores primários da sonolência excessiva diurna. Muitas vezes o ronco é acompanhado de sobrepeso e hipertensão arterial. Já na AOS o paciente pode parar de respirar por alguns segundos ao longo da noite. Esses transtornos fragmentam o sono, diminuem a quantidade de sono profundo e alteram a sua arquitetura, podendo levar à sonolência excessiva diurna.</p>
<p><strong>Narcolepsia </strong></p>
<p>Nos casos mais graves, porém raros, podemos estar diante da narcolepsia, uma doença neurológica que atinge de 5 a 25 indivíduos a cada 100 mil habitantes. No Brasil, estima-se que existam cerca de 150 mil pacientes com narcolepsia, a grande maioria sem diagnóstico. Geralmente, as pessoas manifestam os primeiros sintomas ainda jovens, entre 15 e 30 anos.</p>
<p>Esse tipo de sonolência gera um sono incontrolável, conhecido como ataques de sono, e alucinações hipnagógicas, como se a pessoa estivesse “sonhando acordada”. A narcolepsia pode ser acompanhada também por fraqueza muscular (um fenômeno conhecido como&nbsp;cataplexia) e paralisia do sono, quando a pessoa tem consciência de que está acordada, mas não consegue de movimentar.</p>
<p><strong>Outras causas da sonolência excessiva:</strong></p>
<p><strong>• </strong>Uso ou abuso de medicamentos, como antihipertensivos, hipoglicemiantes, medicações psicotrópicas, antidepressivos sedativos e outros.<br><strong>• </strong>Doenças clínicas infecciosas e doenças inflamatórias.<br><strong>• </strong>Doenças psiquiátricas, como depressão, ansiedade e transtornos de humor, em que o paciente pode apresentar momentos de insônia, por exemplo.<br><strong>• </strong>Doenças endocrinológicas, como o hipotireoidismo que pode levar ao metabolismo basal lento.<br><strong>• </strong>Outras causas clínicas, como anemia ferropriva, síndrome de Cushing, doença de Parkinson, tumores, insuficiência renal e hepática, fibromialgia (dor crônica), entre outras.&nbsp;</p>
<p><strong>Diagnóstico detalhado</strong></p>
<p>O diagnóstico neurofisiológico da sonolência excessiva diurna é feito por meio da avaliação da história clínica do paciente, da sua rotina e preferências de sono, por exemplo, se é uma pessoa matutina ou vespertina, com quantas horas de sono por noite sente-se bem, entre outros pontos.</p>
<p>Para realizar esse diagnóstico, o médico poderá utilizar diários e questionários de escala do sono (Escala de Sonolência de Epworth e a Escala de Sonolência de Stranford), assim como solicitar exames de métodos objetivos, como a polissonografia, o teste das latências múltiplas do sono e o teste de manutenção de vigília.</p>
<p>Caso os sintomas da sonolência excessiva diurna persistam por mais de três meses, gerando impacto na qualidade de vida e no desempenho da pessoa, é importante procurar um médico especialista em Medicina do Sono para avaliar o caso.</p>
<p><strong style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Referência:<br></strong><em style="background-color: rgb(255, 255, 255);">ALVES, ROSANA S. CARDOSO. &nbsp;Distúrbios do Sono. In: Ricardo Nitrini e Luiz A. Bacheschi. (Org.). A Neurologia que todo medico deve saber. 3aed.sao paulo: Atheneu, 2015, p. 363-371.</em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja o vídeo explicativo sobre narcolepsia:</h2>		</div>
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		<title>Sensação de Pernas Inquietas pode ser um Transtorno do Sono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 03:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sensação de coceira, formigamento, dormência e agonia ao ficar parado ou deitado, necessidade incontrolável de movimentar as pernas.</p>
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				<p>Sensação de coceira, formigamento, dormência e agonia ao ficar parado ou deitado, necessidade incontrolável de movimentar as pernas. Esses são alguns dos sintomas comumente relatados pelos pacientes com Síndrome das Pernas Inquietas (SPI), uma doença neurológica mais comum em adultos acima de 40 anos.</p><p>Segundo dados do Consenso Brasileiro em Síndrome das Pernas Inquietas, da Associação Brasileira do Sono (ABS), a prevalência da doença varia entre 5% a 10%. Já um estudo epidemiológico realizado no interior do estado de São Paulo mostrou uma prevalência estimada em 6,4% naquela população.</p><p>Os estudos sobre a SPI mostram um aumento da prevalência em função da idade e um maior acometimento de mulheres, em uma taxa de duas mulheres para um homem. Entre as justificativas para isso estão alguns motivos: as mulheres percebem e relatam os sintomas de uma maneira diferente dos homens; a presença de diferença hormonal entre os sexos; a redução das reservas de ferro nas mulheres. Outro ponto é que a gravidez tem um papel importante quanto ao risco para desenvolver SPI nas mulheres que apresentam história familiar positiva para a síndrome.</p><p>A SPI causa uma sensação desconfortável nos membros inferiores quando a pessoa está em posição sentada ou deitada, fazendo com que tenha a necessidade urgente de se levantar e movimentar as pernas. Em alguns casos, o paciente pode ter sensações parecidas nos braços.</p><p>Também conhecida como doença de Willis-Ekbom, a Síndrome das Pernas Inquietas é uma condição sem causa aparente, sendo que mais da metade dos pacientes têm histórico familiar, o que sugere que ela tenha um fator genético envolvido.</p><p>O diagnóstico da Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) é clínico e baseado nos sintomas descritos e/ou observados no paciente que podem ser leves e moderados</p><p><strong>Principais sintomas</strong></p><p>• Necessidade ou urgência de mover as pernas, geralmente acompanhada por desconforto ou incômodo.<br />• Sintomas pioram ou estão exclusivamente presentes em repouso ou inatividade: sentado ou deitado.<br />• Sintomas aliviam total ou parcialmente com o movimento.<br />• Sintomas pioram ou ocorrem exclusivamente à noite.<br />• Os sintomas não são explicados por outras doenças ou condições.</p><p><strong>Principais queixas relatadas pelos pacientes</strong></p><p>• Angústia, ansiedade, desespero, aflição, tensão<br />• Cansaço<br />• Câimbras<br />• Choque<br />• Coceira, comichão<br />• Fisgada, picada<br />• Formigamento, “formigação”<br />• Friagem nos ossos<br />• Gastura<br />• Inquietação, incômodo<br />• Irritação<br />• Pinicar, “pinicamento”<br />• Queimação, calor<br />• Repuxamento<br />• Sensação de peso<br />• Vontade de não ficar quieto<br />• Vontade de espichar – “Farnizim”</p><p><strong>Pernas inquietas e o sono</strong></p><p>A síndrome também pode causar distúrbios do sono, pois os sintomas iniciam-se ou pioram à noite no momento do repouso, fazendo com que os pacientes tenham dificuldade para relaxar e iniciar o sono. Dessa forma, a insônia é uma queixa comum nesses pacientes, além do transtorno de movimentos periódicos do sono, quando familiares relatam que o indivíduo chuta e se mexe muito na cama durante a noite.</p><p>Como consequência do prejuízo da qualidade do sono, os pacientes podem ter sonolência durante o dia, comprometendo suas atividades sociais e de trabalho. Vale dizer que fatores emocionais, como estresse, podem piorar os sintomas, assim como alguns medicamentos antidepressivos também podem exacerbar os sintomas.</p><p><strong>Medidas para aliviar os sintomas:</strong></p><p>• Balance as pernas ou bata os pés no chão com cuidado.<br />• Alongue-se, caminhe um pouco e estique as pernas.<br />• Tome um banho quente para ajudar a relaxar os músculos.<br />• Evite bebidas com cafeína, como café, chá preto e chá mate.<br />•  Mantenha uma <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://youtu.be/TD9RXLfx8Sg">higiene do sono</a></span> regular.<span style="text-decoration: underline;"><br /></span>•  Pratique atividades físicas regularmente.</p><p>Felizmente, a doença tem bom prognóstico e pode ser controlada, sem muitas complicações em longo prazo. Além das medidas de higiene do sono e da prática de atividades físicas leves, o médico poderá prescrever, em alguns casos, tratamentos para o alívio dos sintomas.</p><p><strong style="background-color: #ffffff;">Referência:<br /></strong><em style="background-color: #ffffff;">&#8211; Consenso Brasileiro Síndrome das Pernas Inquietas, ABS – 2013.</em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja também esse vídeo explicativo sobre o tema:</h2>		</div>
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		<title>Apneia, insônia e pernas inquietas são comuns na terceira idade</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/apneia-insonia-e-pernas-inquietas-sao-comuns-na-terceira-idade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 01:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Idosos também tendem a iniciar o sono mais cedo e a acordar mais cedo pela manhã, o que caracteriza um avanço de fase do sono.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/apneia-insonia-e-pernas-inquietas-sao-comuns-na-terceira-idade/">Apneia, insônia e pernas inquietas são comuns na terceira idade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br">Rosana Cardoso Alves</a>.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Idosos também tendem a iniciar o sono mais cedo e a acordar mais cedo pela manhã, o que caracteriza um avanço de fase do sono.
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				<p>À medida em que envelhecemos, o sono sofre alterações qualitativas e quantitativas com o passar do tempo, assim, aos 60 anos não dormimos da mesma maneira como quando tínhamos 20 anos. Mas é importante saber que a necessidade de sono permanece a mesma: recomenda-se que os adultos, independentemente da idade, durmam cerca de 8 horas por noite para manter uma boa saúde física e mental.</p><p>Estudos mostram que transtornos do sono são muito comuns nas pessoas com mais de 60 anos. Apesar da maioria dos idosos não sentir mudança no tempo para iniciar o sono, despertares noturnos passar a ocorrer com maior frequência. O ritmo circadiano (também conhecido como relógio biológico) se altera e os idosos tendem a adormecer mais cedo e a acordar mais cedo pela manhã, o que caracteriza um avanço de fase do sono.</p><p>Transtornos do sono tornam-se mais comuns na terceira idade, o que contribui para o aumento do risco de desenvolvimento de condições mais graves como demência, depressão, acidente vascular cerebral (AVC), doença cardíaca, obesidade e diabetes.</p><p>Apesar do sono mudar com o avançar da idade, não podemos considerar normal uma má qualidade de sono. Estudos evidenciam que a privação crônica de sono nos idosos, que pode ser decorrente de várias condições como a insônia, prejudica a atenção, a memória e aumenta a frequência de queixas cognitivas. Assim, ter um ciclo sono-vigília regular está relacionado com uma melhor cognição nesse grupo populacional.</p><p><strong>Veja a seguir os transtornos do sono mais comuns nos idosos:</strong></p><p><strong>Apneia do sono</strong></p><p>Cerca de dois terços dos adultos com mais de 65 anos têm sintomas leves ou graves de síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), um problema respiratório em que a via aérea superior é obstruída durante o sono, levando à dificuldade para respirar. Com o tratamento adequado, é possível melhorar a qualidade do sono e aumentar a quantidade de oxigênio no sangue.</p><p>A apneia do sono pode impactar de forma significativa a qualidade de vida das pessoas, pois está relacionada à fragmentação e privação de sono, levando também à insônia. Sabemos que a apneia pode exacerbar a hipertensão arterial sistêmica, a doença isquêmica coronariana e a síndrome metabólica, que são fatores de risco predisponentes para o AVC (derrame).</p><p><strong> </strong><strong>Insônia</strong></p><p><strong> </strong>Caracteriza-se pela queixa da dificuldade em iniciar e/ou manter o sono, ou ainda a queixa de má qualidade do sono. Para o diagnóstico da insônia é necessário que o sintoma seja frequente (três ou mais vezes na semana) e que acarrete algum outro sintoma diurno, como cansaço, déficit de atenção, concentração ou memória, transtorno de humor, sonolência excessiva diurna, entre outros.</p><p>A insônia causa comprometimento social, acadêmico e comportamental, além de ser um fator de risco para Acidente Vascular Cerebral (AVC) e fator de risco primário para o desenvolvimento de depressão.</p><p><strong>Sono fragmentado</strong></p><p>Muitos idosos reconhecem que seu sono está mais fragmentado. Frequentes despertares noturnos representam a queixa mais comum relacionada à idade. Os idosos que têm insônia ou sono fragmentado têm risco aumentado de doença cerebral, além do prejuízo cognitivo e emocional.</p><p>Sabemos que os idosos com sono fragmentado têm um maior risco para o declínio cognitivo mais rápido e doença de Alzheimer do que idosos sem sono fragmentado.</p><p><strong>Síndrome das pernas inquietas (SPI)</strong></p><p>A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) também é comum nos idosos e se caracteriza pela necessidade urgente de mover as pernas, geralmente acompanhada por desconforto ou incômodo. Os sintomas acontecem ou pioram em repouso, quando o paciente está sentado ou deitado, principalmente à noite. Ao mesmo tempo, os sintomas aliviam total ou parcialmente com o movimento.</p><p>A síndrome está associada à diversas condições clínicas, como insônia, insuficiência vascular, insuficiência renal, anemia ferropriva, insuficiência hepática, uso de álcool, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibromialgia, esclerose múltipla, Doença de Parkinson, assim como o uso de vários medicamentos (ex: anti-histamínicos, neurolépticos e alguns antidepressivos).</p><p><strong>Transtorno C</strong><strong>omportamental do sono REM </strong></p><p>Esse transtorno refere-se à ausência da atonia muscular durante o sono REM (fase do sono profundo em que ocorre o movimento rápido dos olhos). O paciente literalmente &#8220;vivencia&#8221; os sonhos, gerando comportamentos motores e até violentos, podendo agredir quem estiver ao seu lado, ferir-se ou até destruir pertences da casa.</p><p>O quadro clínico é caracterizado por uma história de anos de duração (10 &#8211; 20 anos) de sono agitado, com movimentos de membros e vocalizações durante o sono. A tríade de sono agitado, sonhos vívidos e comportamentos motores em idosos é clinicamente sugestiva. A prevalência na população geral é desconhecida, sendo mais comum em homens idosos com mais de 65 anos. Além disso, em cerca de 30% a 40% dos casos o transtorno é associado a doenças neurológicas, como demência, esclerose múltipla, AVC, ou doenças tóxico-metabólicas.</p><p><strong>Sono saudável na terceira idade</strong></p><p>1. Evite a ingestão de cafeína após o período da tarde e noite<br />2. Evite álcool no período da noite<br />3. Exponha-se à luz durante o dia<br />4. Faça atividades físicas regularmente<br />5. Mantenha a temperatura do quarto confortável para iniciar e manter o sono<br />6. Mantenha o quarto escuro e silencioso à noite<br />7. Mantenha rotinas para acordar e dormir na mesma hora todos os dias<br />8. No caso dos fumantes, evite o fumo e substâncias com nicotina quatro horas antes de se deitar.</p><p>Caso os sintomas descritos acima sejam muito frequentes e estejam comprometendo o desempenho funcional e cognitivo do idoso, prejudicando a sua qualidade de vida, é importante procurar a ajuda de um especialista em Medicina do Sono para avaliação e diagnóstico. Existem medidas de <a href="https://youtu.be/TD9RXLfx8Sg" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">higiene do sono</span></a> e tratamentos que podem contribuir para a melhora dessas condições clínicas.<strong> </strong></p><p><strong><br />Referência:<br /></strong></p><p><em>&#8211; “Uma boa noite de sono” do Instituto Nacional do Envelhecimento (NIA). Disponivel em: </em><a href="https://www.nia.nih.gov/health/publication/good-nightssleep." target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><em>www.nia.nih.gov/health/publication/good-nightssleep</em><em>.</em></span></a></p><p><em>&#8211;  Associação Brasileira do Sono. Cartilha do Sono. Semana do Sono 2019. Associação Brasileira do Sono. Brasil. 2019. Disponível em: &lt; </em><a href="http://semanadosono.com.br/assets/cartilha-sem19.pdf"><em>http://semanadosono.com.br/assets/cartilha-sem19.pdf</em></a><em>&gt;.</em></p><p><em><strong>&#8211; </strong>ALVES, ROSANA S. CARDOSO. Disturbios do Sono. In: Ricardo Nitrini e Luiz A. Bacheschi. (Org.). A Neurologia que todo medico deve saber. 3aed.sao paulo: Atheneu, 2015, p. 363-371</em></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja também esse vídeo explicativo sobre pernas inquietas:</h2>		</div>
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		<title>Distúrbios do despertar são comuns na infância</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/infancia/disturbios-do-despertar-sao-comuns-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 23:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sonambulismo, terror noturno e despertar confusional podem interromper o sono.</p>
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				<h5><em><span style="font-size: 100%; color: #284b63;">Sonambulismo, terror noturno e despertar confusional podem interromper o sono.
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				<p>Estudos estimam que mais de 25% das crianças em idade escolar apresentam movimentação excessiva durante o sono ou sono agitado. Dependendo do grau e frequência desses episódios, pode ser importante investigar a ocorrência de parassonias do sono, como terror noturno, sonambulismo e despertar confusional, entre outras.</p><p>As parassonias são manifestações físicas indesejáveis que podem acometer o sistema motor e o sistema nervoso da criança, ocorrendo durante o sono ou na transição sono-vigília. A prevalência na infância é alta e observada em 14% das crianças entre 7 a 11 anos, sendo mais frequente entre 9 e 10 anos, tanto em meninos quanto meninas.</p><p>Segundo a Classificação Internacional dos Distúrbios do Sono, as parassonias na infância são classificadas em:</p><p>• Distúrbios do despertar do sono NREM*<br />Despertar confusional, sonambulismo e terror noturno.</p><p>• Parassonias do sono REM* <br />Transtorno comportamental do sono REM, pesadelos e paralisia do sono recorrente.</p><p>• Enurese noturna (o xixi na cama involuntário)</p><p>Estudos indicam que crianças com manifestação de parassonias têm maior taxa de resistência a ir para a cama, demoram mais para iniciar o sono e  apresentam despertares mais freqüentes e tempo de sono mais reduzido. Aquelas que têm sonambulismo podem ter mais dificuldade para iniciar o sono do que as crianças com terror noturno, por exemplo.</p><p>Nesse texto vamos abordar especialmente os distúrbios do despertar que, muitas vezes, podem deixar as famílias preocupadas e aflitas.</p><p><strong>Sonambulismo</strong></p><p>O <a href="https://youtu.be/2ZwrzxsfK8Y" target="_blank" rel="noopener">sonambulismo</a> caracteriza-se por episódios de despertar parcial do sono NREM com comportamentos motores estereotipados e automáticos. Nesse caso, é comum a criança sentar na cama, levantar e andar vagando pela casa, o que pode durar de poucos minutos a meia hora. Os episódios ocorrem geralmente no terço inicial da noite e a criança não se lembra do ocorrido.</p><p>Mais comum entre 8 e 12 anos, o sonambulismo tem uma prevalência na população de até 17%, sendo uma desordem autolimitada que também deseparece ao redor de 10 anos.  Em 10% a 25% dos casos é possível identificar história familiar de sonambulismo, enurese (liberação involuntária da urina), terror noturno e sonilóquio (falar durante o sono).</p><p>Fatores como febre, privação de sono, atividade física, estresse, ansiedade e apneia do sono podem aumentar a freqüência dos episódios.</p><p>Também é importante adotar medidas de segurança para evitar acidentes:</p><p>• Tranque janelas e portas que possam dar acesso as escadas.</p><p>• Instale um alarme na porta da criança para alertar os familiares se ela sair do quarto.</p><p><strong>T</strong><strong>error noturno</strong></p><p>Mais comum em meninos, o terror noturno consiste em episódios de despertar parcial durante o sono NREM. São despertares súbitos em que o paciente grita e senta-se na cama com expressões de pavor. A criança pode ter taquicardia, taquipnéia (aceleração do ritmo respiratório), rubor de pele, sudorese e midríase (dilatação da pupila), além da amnésia total do ocorrido.</p><p>Os episódios costumam durar de 5 a 20 minutos e o retorno ao sono é imediato. Há uma incidência maior entre 4 a 12 anos de idade. Em um estudo feito com crianças de 1 a 14 anos, os pesquisadores relataram uma incidência de 2,9% de terror noturno, com ou sem episódios de sonambulismo.</p><p><strong>Despertar confusional</strong></p><p>Com predisposição genética, os despertares confusionais ocorrem no início do sono. São mais comuns na infância e diminuem com a idade. Eles consistem em despertares parciais, com fala arrastada, perda de memória, suor execessivo, choro inconsolável ou agressividade. Em geral duram de 5 a 15 minutos, mas podem durar até mais de uma hora.</p><p>A prevalência é de 17% entre crianças de 3 e 13 anos, geralmente desaparecendo após os 10 anos. A associação com sonambulismo é freqüente, sendo que um estudo revelou que 36% das crianças com sonambulismo haviam apresentado despertares confusionais na fase de pré-escolar. Os episódios podem ser precipitados por medicamento com ação no Sistema Nervoso Central, atividade física e privação de sono.</p><p>Vale dizer que os distúrbios do despertar podem ser compreendidos como uma mudança imperfeita que interrompe a progressão normal dos ciclos do sono. A transição do sono de ondas lentas ao sono mais superficial, imediatamente antes do inicio do sono REM é usualmente anormal. Dessa forma, a criança não está totalmente acordada nem totalmente dormindo.</p><p>O diagnóstico desses distúrbios do despertar é realizado por meio da avaliação clínica. No entanto, em alguns casos, o médico poderá solicitar exames de polissonografia.</p><p>Quanto ao tratamento, este inclui o aconselhamento familiar sobre o caráter benigno dos distúrbios, além da recomendação para evitar o consumo de cafeína e situações de privação de sono. Eventualmente, o médico poderá indicar medicamentos específicos.</p><p><strong> </strong><strong style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );">Dicas para os pais</strong></p><p>• Mantenha a calma.</p><p>• Não tente acordar a criança durante os episódios.</p><p>• Cuide para que ela esteja protegida, evitando que se machuque.</p><p>• Espere a criança se acalmar e voltar a dormir.</p><p>• Lembre-se que essa é uma fase comum e irá passar.</p><p>• Caso os episódios estejam muito frequentes e intensos, procure ajuda de um médico especialista em Medicina do Sono.</p><p> </p><p>* Sono REM (REM: Movimentos Oculares Rápidos) e Sono NREM (nao-REM) são duas fases diferentes do sono.</p><p><i><strong style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );">Referência:<br /></strong><span style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );"><b>Livro<br /></b></span><span style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );">Pessoa, JH ; PEREIRA JR., JC; ALVES, ROSANA S. CARDOSO . </span><span style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );">Distúrbios do Sono na Crianca e no Adolescente</span><span style="letter-spacing: var( --e-global-typography-text-letter-spacing ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );"> (2ª edição). 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2015. v. 1. 287p .</span></i></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja o vídeo explicativo sobre o tema:</h2>		</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Assista também o bate-papo sobre sono infantil agitado com a Dra. Ana Escobar:</h2>		</div>
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		<title>Pesadelos podem levar à insônia e má qualidade do sono</title>
		<link>https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/pesadelos-podem-levar-a-insonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transtornos do sono]]></category>
		<category><![CDATA[parassonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtornos do pesadelo são comuns na infância, mas também acontecem na vida adulta</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br/transtornos-do-sono/pesadelos-podem-levar-a-insonia/">Pesadelos podem levar à insônia e má qualidade do sono</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://sonoemedicina.com.br">Rosana Cardoso Alves</a>.</p>
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				<p>Muito comum na infância, mas também presente na vida adulta, o pesadelo é definido como um transtorno do Sono REM (sono profundo que acontece na segunda metade da noite) quando, geralmente, a pessoa tem episódios em que acorda assustada, relatando estórias desagradáveis e perturbadoras. Ao despertar, a pessoa sente emoções negativas como por exemplo: medo, terror, ansiedade ou raiva. Taquicardia e respiração acelerada, em graus variados, também estão presentes.</p><p>Os pesadelos são considerados um tipo de parassonia primária, correspondendo a fenômenos físicos e vivenciais indesejáveis que acometem o sistema motor e/ou neurovegetativo (parte do sistema nervoso relacionada ao controle das funções, como respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e digestão) durante o sono.</p><p>Estima-se que os pesadelos ocorram em 60 a 75% das crianças, podendo iniciar bem cedo, por volta dos 2 anos de idade. Cerca de 10 a 50% das crianças de 3 a 5 anos apresentam pesadelos ocasionais graves, pedindo ajuda a seus pais durante a noite.</p><p>Pesadelos frequentes podem ocorrer em até 5% das crianças na fase escolar e estão associados a características de personalidade, situações de estresse ou quadros psiquiátricos. Em adultos, a prevalência de pesadelos uma vez por semana é de cerca de 6 a 8%.</p><p>É importante saber que alguns medicamentos, como anti-hipertensivos, anti-histamínicos, antidepressivos e outros, além do abuso ou retirada de álcool, estão relacionados com pesadelos.</p><p><strong>Sinais para o diagnóstico:</strong></p><p>• Ocorrências repetidas de sonhos desagradáveis e angustiantes que, geralmente, envolvem ameaças à sobrevivência, segurança ou integridade física.<br />• Ao despertar, a pessoa rapidamente retorna ao estado habitual, orientado e alerta.<br />• A experiência causa sofrimento significativo ou prejuízos nas áreas social, ocupacional ou outras.</p><p><strong>Impacto dos pesadelos frequentes:</strong></p><p>• Perturbação do humor com persistência do pesadelo, ansiedade, inquietude.<br />• Resistência ao dormir com ansiedade na hora de dormir, medo do sono, pesadelos subsequentes.<br />• Alterações cognitivas com imagens intrusivas de pesadelos (imagens voltam à mente), incapacidade de concentração ou memória.<br />• Impacto negativo sobre o cuidador ou o funcionamento familiar.<br />• Problemas comportamentais, como evitar dormir e medo do escuro.<br />• Insônia e dificuldade para retornar ao sono após despertares.<br />• Sonolência excessiva diurna.<br />• Cansaço ou baixa energia.<br />• Função ocupacional ou educacional prejudicada.<br />• Prejuízo nas relações pessoais.</p><p>Quando os episódios de transtornos do pesadelo são muito frequentes e impactam a qualidade de vida do adulto ou da criança pode ser importante procurar a ajuda de um médico especialista em Medicina do Sono.</p><p>O diagnóstico inclui uma avaliação da história clínica completa e detalhada, envolvendo hábitos diurnos e do momento do sono. Em relação ao tratamento, a maioria dos casos se restringe à orientação familiar sobre o caráter benigno dos episódios com medidas de higiene de sono, psicoterapia e, mais raramente, uso de medicações.  </p><p> </p><p><i><strong>Referência:<br /></strong>&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Transtornos do Sono, Livro Clínica Médica &#8211; Neurologia 2015.<br />&#8211; ALVES, RC, In: Capítulo Parassonias, Livro Distúrbios do Sono na Infância, Editora Atheneu.</i></p>					</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Veja também o bate-papo com o Dr. George Pinheiro, especialista em Medicina do Sono:</h2>		</div>
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